Avaliação bancária da habitação bate recorde em janeiro e ultrapassa 2.100 euros/m2

É um aumento de quase 20% face ao memso período do ano passado.

25 de fevereiro de 2026 às 11:29
Avaliação bancária da habitação bate recorde Foto: Direitos Reservados
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O valor mediano de avaliação bancária na habitação foi de 2.105 euros por metro quadrado em janeiro, um novo máximo histórico e mais 18,7% do que período homólogo 2025, divulgou esta quarta-feira o Instituto Nacional de Estatística.

O aumento em termos homólogos (de 18,7%) foi, no entanto, inferior aos 19,1% registados em dezembro.

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Em cadeia, o valor mediano da avaliação bancária subiu 24 euros, acrescentou o INE.

Em janeiro, houve subidas homólogas em todas as regiões em Portugal, destacando-se a da Península de Setúbal, que aumentou 27,1%. Já em cadeia, a maior subida foi na região de Oeste e Vale do Tejo, que subiu 2,1%.

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No primeiro mês do ano foram realizadas 31.316 avaliações bancárias, sendo que quase dois terços (62%, 19.429) foram apartamentos e as restantes moradias. Em termos homólogos, houve uma descida de 11,2% no número de avaliações efetuadas, enquanto face a dezembro o decréscimo foi de 9,2%.

Nos apartamentos, o valor mediano de avaliação bancária foi de 2.447 euros por metro quadrado (euros/m2), mais 22,8% que em janeiro de 2025.

Os valores mais elevados foram registados na Grande Lisboa (3.269 euros/m2) e no Algarve (2.796 euros/m2), enquanto Alentejo e Centro apresentaram os valores mais baixos (1.506 euros/m2 e 1.560 euros/m2, respetivamente).

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A Região Autónoma dos Açores viu a avaliação dos apartamentos subir 29,0% em janeiro e teve o crescimento homólogo mais expressivo num mês em que não se verificaram descidas.

Por sua vez, nas moradias, a avaliação mediana alcançou os 1.527 euros/m2, o equivalente a uma subida de 15,2%.

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Lisboa (2.788 euros/m2) e Algarve (2.703 euros/m2) tiveram os valores mais elevados, que compara com os valores mais baixos registados no Centro (1.135 euros/m2) e Alentejo (1.223 euros/m2).

Também nas moradias não houve regiões a registar descidas na avaliação bancária em janeiro, tendo a região de Oeste e Vale do Tejo apresentado o crescimento homólogo mais elevado, na ordem dos 20,2%.

De acordo com o INE, o valor mediano de avaliação bancária de habitação considera as habitações com área bruta privativa entre 35 e 600 metros quadrados e alojamentos que tenham sido alvo de uma avaliação no âmbito de um pedido de crédito.

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