Federação dos sindicatos da construção adere à paralisação convocada pela CGTP

Estrutura sindical defendeu que "sob o pretexto da modernização, este pacote laboral abre caminho a mais exploração, mais precariedade e menos proteção".

18 de maio de 2026 às 11:26
Peças de cerâmica Foto: Lusa
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A FEVICCOM - Federação Portuguesa dos Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro vai aderir à greve geral convocada pela CGTP para 3 de junho, considerando que o pacote laboral "representa um violento retrocesso social".

Em comunicado, a estrutura sindical defendeu que "sob o pretexto da modernização, este pacote laboral abre caminho a mais exploração, mais precariedade e menos proteção".

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Os trabalhadores da Construção, Cerâmica, Vidro, Cimentos, Madeiras, Cortiças e Pedreiras vão assim unir-se à luta contra estas medidas, que consideram que transformam "direitos em privilégios e trabalhadores em peças descartáveis".

O Governo aprovou na semana passada em Conselho de Ministros a proposta de lei de revisão da lei laboral, que será discutida no parlamento.

O anúncio foi transmitido pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Palma Ramalho, em conferência de imprensa, uma semana depois de o Governo ter dado por terminadas as negociações sobre as alterações à legislação laboral sem acordo na Concertação Social.

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