Há cada vez mais empresas portuguesas a criar e exportar insetos para alimentação humana

São transformados em farinha ou desidratados e usados para fazer snacks ou outros produtos alimentares.

04 de setembro de 2023 às 18:00
Insetos Foto: Getty Images
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O número empresas portuguesas a fazer criação, transformação e exportação de insetos tem aumentado nos últimos anos. De acordo com o Ministério da Agricultura e da Alimentação, citado pelo Jornal de Notícias, foram concedidos quatro licenciamentos nos últimos dois anos. Três para produção de grilos e larvas-da-farinha, com destino à alimentação animal, e um para criar e transformar larvas para a alimentação humana.

Segundo o jornal, existe ainda uma licença concedida para a produção de bens alimentícios à base de insetos e dois processos de licenciamento em curso.

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A associação que representa o setor da criação e transformação de insetos em Portugal garante que o País exporta para outros países larvas desidratadas e produtos que possuem insetos na composição.

Há sete espécies de insetos autorizadas para consumo humano em Portugal desde 2021, entre elas, grilos e larvas-da-farinha, que são produzidos em solo nacional.

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"São produzidos nas unidades pecuárias e uma boa parte deles é encaminhada para unidades nacionais de transformação, onde se faz o abate e o processamento. São transformados em farinha ou desidratados. Depois, seguem para snacks ou são incorporados em vários tipos de produtos alimentares", disse ao JN o vice-presidente da Associação Portuguesa de Produtores e Transformadores de Insetos, Vasco Esteves.

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