Hussel já fechou 12 das 18 lojas e conclui saída de Portugal até ao final do mês
Até ao momento, seis trabalhadores foram já integrados na cadeia Pingo Doce, pertencente ao mesmo grupo.
A Hussel já encerrou 12 das 18 lojas que detinha em Portugal e prevê concluir a saída do mercado nacional até ao final do mês, com o fecho das restantes seis unidades ainda em funcionamento.
Fonte oficial do Grupo Jerónimo Martins disse esta quinta-feira à Lusa que o fecho dos estabelecimentos tem sido realizado de forma progressiva desde o início do ano, estando já encerradas 12 das 18 lojas em território nacional.
As restantes unidades, localizadas nos centros comerciais Via Catarina, Amoreiras, Cascais, Sintra, Colombo e Vasco da Gama, deverão cessar atividade nas próximas semanas, concluindo assim a descontinuação da operação da marca no país.
No âmbito deste processo, a empresa referiu que a prioridade passou por assegurar a continuidade laboral dos trabalhadores.
Neste sentido, os trabalhadores efetivos que manifestaram interesse em permanecer no grupo têm vindo a ser integrados noutras estruturas.
Até ao momento, seis trabalhadores foram já integrados na cadeia Pingo Doce, pertencente ao mesmo grupo.
A 06 de janeiro, quando o grupo empresarial anunciou o fecho das lojas, fonte oficial da Jerónimo Martins disse à Lusa que a cadeia especializada na comercialização de chocolates contava com 60 trabalhadores, na sua maioria com vínculo efetivo.
Nesta data, o grupo justificou a decisão de encerramento da operação da Hussel com a insolvência do parceiro alemão, o aumento do preço das rendas e a subida do preço do cacau, referindo que "o impacto duradouro levou ao entendimento de estar-se perante uma situação de insustentabilidade da empresa sem que existam fundadas perspetivas de reversibilidade".
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