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Ministério garante que foram emitidos quase todos os 'vouchers' de manuais escolares

Apenas metade foi resgatado pelas famílias.

27 de agosto de 2019 às 17:46

O Ministério da Educação garantiu esta terça-feira que já foi emitida a "quase totalidade dos 'vouchers' que permitem aos alunos do ensino obrigatório ter direito a manuais escolares gratuitos, mas apenas metade foi resgatado pelas famílias.

O programa de gratuitidade dos manuais escolares é este ano alargado a todos os alunos do ensino obrigatório: São 1,2 milhões de estudantes do 1.º ao 12.º ano que vão receber oito milhões de livros, graças a uma medida avaliada em cerca de 145 milhões de euros.

A pouco mais de duas semanas do início do ano letivo já foi emitida "a quase totalidade dos 'vouchers'" (cada livro equivale a um voucher), garante o Ministério da Educação (ME).

Os 'vouchers' são sendo emitidos à medida que as escolas descarregam na plataforma MEGA os dados dos alunos, seguindo-se um processo aleatório de distribuição de manuais escolares que podem ser novos ou em segunda mão.

As famílias podem levantar os manuais novos em qualquer uma das livrarias aderentes. Já os manuais reutilizados são levantados nas respetivas escolas.

"Os casos pontuais ainda por resolver dizem respeito a questões de interoperabilidade entre plataformas ou correções de dados na própria plataforma e estão a ser resolvidos através do contacto e apoio direto às escolas", afirma o ME, sublinhando que "apenas metade (dos 'vouchers') foi resgatado pelos encarregados de educação".

Ainda de acordo com o ME, o Instituto de Gestão Financeira da Educação (IGeFE) procedeu ao pagamento de todas as faturas validamente emitidas pelas livrarias até à passada sexta-feira: "As faturas das livrarias estão a ser pagas pelo IGeFE a cada 15 dias, tendo nas duas últimas semanas sido pagas semanalmente".

A tutela considera que o processo de pagamento dos manuais escolares "está a decorrer com normalidade, com os pagamentos a serem feitos dentro dos prazos definidos".

Este ano, o processo de faturação passou a estar centralizado no IGeFE, poupando trabalho às escolas e agilizando o processo e os pagamentos às livrarias.

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