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CGTP marcha em Lisboa contra pacote laboral

Sob o mote "exigir a retirada do pacote laboral", a manifestação arrancou pelas 14h55 da Praça Luís de Camões e termina na Assembleia da República, em Lisboa.

13 de janeiro de 2026 às 15:58

Dirigentes, delegados e ativistas sindicais da CGTP rumaram esta terça-feira à Assembleia da República contra o pacote laboral.

Sob o mote "exigir a retirada do pacote laboral", a manifestação arrancou pelas 14:55 da Praça Luís de Camões e termina na Assembleia da República, em Lisboa.

No final, uma delegação da CGTP irá deslocar-se à residência oficial do primeiro-ministro, em São Bento, para entregar um abaixo-assinado com "dezenas de milhares de assinaturas" para exigir a retirada do anteprojeto de revisão da legislação laboral.

Na manifestação, onde além do secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, marca também presença o coordenador da Interjovem, os trabalhadores entoam palavras de ordem como "não vamos desistir o pacote é para cair", "salários de miséria, rendas a subir, o povo não aguenta: está na hora de agir", "o pacote laboral é retrocesso social" ou "o pacote laboral só interessa ao capital".

Além disso, erguem cartazes com mensagens de luta como "Liberdade sindical é conquista civilizacional", "não ao retrocesso, não à exploração", "direito a ter tempo para viver" ou "contra o despedimento sem justa causa".

A poucos minutos da manifestação arrancar, o secretário-geral da CGTP reiterou que a marcha tem como objetivo exigir "a rejeição do pacote laboral" e, perante as críticas de hoje da ministra do Trabalho - que disse que a central sindical se "auto afastou das negociações" - apontou que a governante tem "memória seletiva".

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