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Antigos combatentes em greve de fome

São 112 os ex-soldados que vão estar em protesto, a partir do dia 24 de abril, junto ao Palácio de Belém.

14 de abril de 2024 às 10:14

Na véspera dos 50 anos do Dia da Liberdade, 112 antigos combatentes da Guerra Colonial vão entrar em greve de fome, junto ao Palácio de Belém. O anúncio foi feito no sábado, no Porto, numa ação de protesto que juntou meia centena de ex-combatentes.

“Somos 112 antigos combatentes que iremos estar em frente à Presidência da República, para fazer greve de fome, como o nosso camarada que esteve lá a fazer greve de fome durante sete dias”, explicou António Silva, porta-voz do movimento Pró-Dignidade do Estatuto do Combatente da Guerra Colonial (1961 - 1974).

O protesto de sábado foi contra o incumprimento do Estatuto do Antigo Combatente e na iniciativa que começa no dia 24 levam “doze reivindicações para fazer junto do Governo”.

“Alterar o Estatuto do Combatente”, “exigir que no novo estatuto estejam incluídos os combatentes de Timor”, incluir um “complemento digno mensal para todos os combatentes e viúvas”, “exigir um passe nacional”, bem como “que todos os combatentes tenham acesso aos hospitais militares”, são as cinco primeiras reivindicações.

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