Escolha o Correio da Manhã como "Fonte Preferida"
Veja as nossas notícias com prioridade, sempre que pesquisar no Google.
Foram recolhidos este fim-de-semana 1.930 toneladas de alimentos.
A campanha do Banco Alimentar Contra a Fome recolheu este fim de semana 1.930 toneladas de alimentos, avançou, esta segunda-feira, a instituição de solidariedade social, mais 2,5% do que na campanha homóloga de 2025.
O aumento é "expressão da sempre reiterada e genuína solidariedade manifestada pelos portugueses", disse a presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares, Isabel Jonet, citada num comunicado da instituição.
A campanha do Banco Alimentar envolveu cerca de 40 mil voluntários em mais de duas mil superfícies comerciais em todo o país.
Os bens alimentares recolhidos "são muito importantes num contexto marcado pela crescente instabilidade internacional, pelos conflitos armados em várias regiões do mundo, pelas perturbações nas cadeias de abastecimento e pelo aumento generalizado dos preços dos bens essenciais e da energia", disse Jonet.
Desafios que "se traduzem numa conjuntura em que muitas famílias enfrentam dificuldades acrescidas no acesso à alimentação e podem ser empurradas para uma situação de pobreza", alertou a presidente dos Bancos Alimentares.
Antes do início da campanha, Jonet tinha falado de um aumento dos pedidos de apoio de famílias carenciadas ao Banco Alimentar Contra a Fome devido à subida do preço dos combustíveis e dos custos com habitação.
O acréscimo de pedidos de ajuda alimentar em abril indica que as famílias perderam a expectativa de o aumento do custo de vida ser apenas temporário e de haver um açordo que trave a atual subida de preços dos combustíveis, devido à guerra, explicou Jonet.
As campanhas de recolha de alimentos do Banco Alimentar realizam-se duas vezes por ano, habitualmente nos últimos fins de semana de maio e de novembro, com o objetivo de angariar alimentos básicos, como leite, arroz, massas, azeite, óleo, grão e feijão, atum, salsichas, bolachas e cereais de pequeno-almoço.
Além dos supermercados, a recolha de alimentos acontece também 'online', até 07 de junho, através da plataforma digital 'Alimente esta Ideia' ou do Portal de Doações Online do Banco Alimentar.
Os produtos vão ser encaminhados para os armazéns do Banco Alimentar da respetiva região, onde vão ser pesados, separados e acondicionados para entregar a 2.400 entidades beneficiárias, à semelhança de anteriores campanhas.
"São estas que os levarão à mesa de quem mais precisa, através de cabazes ou de refeições confecionadas, atualmente cerca de 370 mil pessoas em situação de pobreza e com carências alimentares", refere o comunicado.
A participação pode ainda ser feita através da modalidade de vales de produtos selecionados, como azeite, óleo, leite, salsichas e atum, representando cada vale uma unidade do produto.
Com esta modalidade, disponível nas caixas dos supermercados, é a própria cadeia de lojas que entrega os produtos no Banco Alimentar da sua região, permitindo assim diminuir a logística relativa à gestão de centenas de voluntários, à separação e transporte dos alimentos recolhidos.
Em 2025, na campanha homóloga do Banco Alimentar Contra a Fome, que começou no último dia de maio, foram angariadas 1.878 toneladas de alimentos nos supermercados.
Já a campanha de recolha em novembro de 2025, registou uma queda de 2,8% face à campanha homóloga de 2024, angariando 2.150 toneladas de alimentos.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
o que achou desta notícia?
concordam consigo
A redação do CM irá fazer uma avaliação e remover o comentário caso não respeite as Regras desta Comunidade.
O seu comentário contem palavras ou expressões que não cumprem as regras definidas para este espaço. Por favor reescreva o seu comentário.
O CM relembra a proibição de comentários de cariz obsceno, ofensivo, difamatório gerador de responsabilidade civil ou de comentários com conteúdo comercial.
O Correio da Manhã incentiva todos os Leitores a interagirem através de comentários às notícias publicadas no seu site, de uma maneira respeitadora com o cumprimento dos princípios legais e constitucionais. Assim são totalmente ilegítimos comentários de cariz ofensivo e indevidos/inadequados. Promovemos o pluralismo, a ética, a independência, a liberdade, a democracia, a coragem, a inquietude e a proximidade.
Ao comentar, o Leitor está a declarar que é o único e exclusivo titular dos direitos associados a esse conteúdo, e como tal é o único e exclusivo responsável por esses mesmos conteúdos, e que autoriza expressamente o Correio da Manhã a difundir o referido conteúdo, para todos e em quaisquer suportes ou formatos actualmente existentes ou que venham a existir.
O propósito da Política de Comentários do Correio da Manhã é apoiar o leitor, oferecendo uma plataforma de debate, seguindo as seguintes regras:
Recomendações:
- Os comentários não são uma carta. Não devem ser utilizadas cortesias nem agradecimentos;
Sanções:
- Se algum leitor não respeitar as regras referidas anteriormente (pontos 1 a 11), está automaticamente sujeito às seguintes sanções:
- O Correio da Manhã tem o direito de bloquear ou remover a conta de qualquer utilizador, ou qualquer comentário, a seu exclusivo critério, sempre que este viole, de algum modo, as regras previstas na presente Política de Comentários do Correio da Manhã, a Lei, a Constituição da República Portuguesa, ou que destabilize a comunidade;
- A existência de uma assinatura não justifica nem serve de fundamento para a quebra de alguma regra prevista na presente Política de Comentários do Correio da Manhã, da Lei ou da Constituição da República Portuguesa, seguindo a sanção referida no ponto anterior;
- O Correio da Manhã reserva-se na disponibilidade de monitorizar ou pré-visualizar os comentários antes de serem publicados.
Se surgir alguma dúvida não hesite a contactar-nos internetgeral@medialivre.pt ou para 210 494 000
O Correio da Manhã oferece nos seus artigos um espaço de comentário, que considera essencial para reflexão, debate e livre veiculação de opiniões e ideias e apela aos Leitores que sigam as regras básicas de uma convivência sã e de respeito pelos outros, promovendo um ambiente de respeito e fair-play.
Só após a atenta leitura das regras abaixo e posterior aceitação expressa será possível efectuar comentários às notícias publicados no Correio da Manhã.
A possibilidade de efetuar comentários neste espaço está limitada a Leitores registados e Leitores assinantes do Correio da Manhã Premium (“Leitor”).
Ao comentar, o Leitor está a declarar que é o único e exclusivo titular dos direitos associados a esse conteúdo, e como tal é o único e exclusivo responsável por esses mesmos conteúdos, e que autoriza o Correio da Manhã a difundir o referido conteúdo, para todos e em quaisquer suportes disponíveis.
O Leitor permanecerá o proprietário dos conteúdos que submeta ao Correio da Manhã e ao enviar tais conteúdos concede ao Correio da Manhã uma licença, gratuita, irrevogável, transmissível, exclusiva e perpétua para a utilização dos referidos conteúdos, em qualquer suporte ou formato atualmente existente no mercado ou que venha a surgir.
O Leitor obriga-se a garantir que os conteúdos que submete nos espaços de comentários do Correio da Manhã não são obscenos, ofensivos ou geradores de responsabilidade civil ou criminal e não violam o direito de propriedade intelectual de terceiros. O Leitor compromete-se, nomeadamente, a não utilizar os espaços de comentários do Correio da Manhã para: (i) fins comerciais, nomeadamente, difundindo mensagens publicitárias nos comentários ou em outros espaços, fora daqueles especificamente destinados à publicidade contratada nos termos adequados; (ii) difundir conteúdos de ódio, racismo, xenofobia ou discriminação ou que, de um modo geral, incentivem a violência ou a prática de atos ilícitos; (iii) difundir conteúdos que, de forma direta ou indireta, explícita ou implícita, tenham como objetivo, finalidade, resultado, consequência ou intenção, humilhar, denegrir ou atingir o bom-nome e reputação de terceiros.
O Leitor reconhece expressamente que é exclusivamente responsável pelo pagamento de quaisquer coimas, custas, encargos, multas, penalizações, indemnizações ou outros montantes que advenham da publicação dos seus comentários nos espaços de comentários do Correio da Manhã.
O Leitor reconhece que o Correio da Manhã não está obrigado a monitorizar, editar ou pré-visualizar os conteúdos ou comentários que são partilhados pelos Leitores nos seus espaços de comentário. No entanto, a redação do Correio da Manhã, reserva-se o direito de fazer uma pré-avaliação e não publicar comentários que não respeitem as presentes Regras.
Todos os comentários ou conteúdos que venham a ser partilhados pelo Leitor nos espaços de comentários do Correio da Manhã constituem a opinião exclusiva e única do seu autor, que só a este vincula e não refletem a opinião ou posição do Correio da Manhã ou de terceiros. O facto de um conteúdo ter sido difundido por um Leitor nos espaços de comentários do Correio da Manhã não pressupõe, de forma direta ou indireta, explícita ou implícita, que o Correio da Manhã teve qualquer conhecimento prévio do mesmo e muito menos que concorde, valide ou suporte o seu conteúdo.
ComportamentoO Correio da Manhã pode, em caso de violação das presentes Regras, suspender por tempo determinado, indeterminado ou mesmo proibir permanentemente a possibilidade de comentar, independentemente de ser assinante do Correio da Manhã Premium ou da sua classificação.
O Correio da Manhã reserva-se ao direito de apagar de imediato e sem qualquer aviso ou notificação prévia os comentários dos Leitores que não cumpram estas regras.
O Correio da Manhã ocultará de forma automática todos os comentários uma semana após a publicação dos mesmos.
Para usar esta funcionalidade deverá efetuar login.
Caso não esteja registado no site do Correio da Manhã, efetue o seu registo gratuito.
Escrever um comentário no CM é um convite ao respeito mútuo e à civilidade. Nunca censuramos posições políticas, mas somos inflexiveis com quaisquer agressões. Conheça as
Inicie sessão ou registe-se para comentar.