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DGS acompanha surto de hantavírus no navio que classifica de "baixo risco" para Portugal

Organização Mundial de Saúde disse esta terça-feira que a hipótese mais provável é que a infeção de hantavírus no navio ao largo de Cabo Verde tenha ocorrido fora do cruzeiro.

05 de maio de 2026 às 17:33

A diretora-geral da Saúde afirmou esta terça-feira que o surto de hantavírus num navio cruzeiro ao largo de Cabo Verde, que já fez três mortos, é uma "situação circunscrita", que representa atualmente um baixo risco para Portugal.

Rita Sá Machado adiantou à agência Lusa que a Direção-Geral da Saúde (DGS) está a acompanhar a situação com a Organização Mundial de Saúde (OMS), no âmbito das suas funções e do Regulamento Sanitário Internacional.

Segundo a OMS, foram confirmados pelo menos dois casos de infeção e cinco casos suspeitos por hantavírus a bordo do navio, que permanece ao largo de Cabo Verde.

"A situação atualmente é uma situação circunscrita e por isso mesmo é uma situação que atualmente desempenha um baixo risco para Portugal", afirmou Rita Sá Machado.

"Não existem medidas preventivas para Portugal. Existem sim medidas que estão a ser equacionadas, neste momento, dentro do navio cruzeiro", declarou.

 A Organização Mundial de Saúde disse esta terça-feira que a hipótese mais provável é que a infeção de hantavírus no navio ao largo de Cabo Verde tenha ocorrido fora do cruzeiro.

Questionada sobre esta hipótese, Rita Sá Machado explicou que o período de incubação habitual do hantavírus é entre duas a quatro semanas, mas há períodos "mais atípicos", que poderão ser entre uma a oito semanas.

Segundo a responsável, a fonte mais provável de infeção é o contacto com os aerossóis da urina, de fezes ou de saliva de roedores, já que os passageiros do navio cruzeiro tiveram "alguma aproximação à vida selvagem e por isso mesmo poderá ter havido contacto".

Esta também é a hipótese colocada pela OMS como sendo a fonte provável de infeção. Contudo, há outras possibilidades que não podem ser descartadas, afirmou. 

"Por isso, é importante, quando se implementam as medidas, estas terem em conta que, por enquanto, ainda é uma fonte desconhecida", defendeu.

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