Escolha o Correio da Manhã como "Fonte Preferida"
Veja as nossas notícias com prioridade, sempre que pesquisar no Google.
Decisão foi tomada durante um plenário que decorreu à porta da Câmara Municipal de Lisboa.
A Empresa Municipal de Estacionamento de Lisboa (EMEL) considerou esta segunda-feira que "tem feito um esforço" para "ir ao encontro das pretensões" de aumentos salariais dos trabalhadores, mas que está neste momento "num esforço de recuperação económica".
"Neste momento, a EMEL encontra-se num esforço de recuperação económica com vista à melhoria da sua atividade em prol da mobilidade dos munícipes lisboetas, contando com os seus trabalhadores, aos quais nunca faltou mesmo durante a pandemia [de covid-19]", lê-se numa resposta escrita à Lusa, a propósito de um plenário de trabalhadores da semana passada em que foi decidido avançar com uma greve em 09 de junho se não forem retomadas as negociações para aumentos salariais.
A decisão foi tomada durante um plenário que decorreu à porta da Câmara Municipal de Lisboa e que contou com a secretária-geral da CGTP-IN, Isabel Camarinha.
"A exigência de 90 euros de aumento exigido para todas as empresas do setor público demonstra que o valor exigido não se coaduna com as condições financeiras em que cada empresa se encontra", defende a EMEL, na mesma resposta escrita enviada hoje à Lusa
A empresa diz ainda que "não é alheia ao momento económico difícil do país" e que nos últimos dois anos, por causa da pandemia, também "a atividade da EMEL foi afetada, com perdas significativas resultantes da paragem da atividade", o que "obrigou inclusivamente à transferência de verbas do município para a EMEL".
A EMEL acrescenta que "tem feito um esforço no sentido de ir ao encontro das pretensões dos sindicatos representativos dos trabalhadores" e refere que "no início deste mês" alcançou um acordo com o SITESE (Sindicato dos Trabalhadores do Setor de Serviços, da UGT) "para revisão do Acordo de Empresa que se traduziu no aumento de 25 euros para todos os trabalhadores [aumento médio de 2,48%]" e "em 5% do subsídio de trabalho por turnos dos trabalhadores que fazem trabalho 24 horas".
A empresa lembra que tinha começado as negociações com os sindicatos com uma proposta de aumento inicial de 15 euros e diz que, "lamentavelmente, o CESP [Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal, da CGTP] não subscreveu o acordo".
Também em 2019 e 2021 a EMEL "negociou com os sindicatos revisões à tabela salarial que se traduziram em aumentos mínimos de 20 euros e cinco euros, respetivamente", acrescenta.
"Naturalmente que a EMEL respeita o direito à greve", diz a empresa.
Em declarações à Lusa no dia do plenário à porta da Câmara Municipal de Lisboa, Orlando Gonçalves, do CESP, apelou a uma "resposta imediata do executivo" da Câmara de Lisboa, para evitar nova greve em 09 de junho.
Os trabalhadores da EMEL cumpriram uma greve de 24 horas no dia 06 deste mês, tendo sido registada uma adesão de cerca de 90%, segundo os sindicatos, e inferior a 30%, de acordo com a empresa.
Um aumento salarial de 90 euros, a atribuição de diuturnidades no valor de 40 euros, 25 dias úteis de férias e dispensa no dia de aniversário, um subsídio de refeição de 8,50 por dia e atribuição de um subsídio de penosidade no valor de 80 euros são algumas das exigências.
"Estamos disponíveis para conversações sérias, até porque é justo, possível e é necessário o aumento dos salários, porque têm capacidade disso, com receitas que este ano são superiores ao que foram em 2019", argumentou o sindicalista.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
o que achou desta notícia?
concordam consigo
A redação do CM irá fazer uma avaliação e remover o comentário caso não respeite as Regras desta Comunidade.
O seu comentário contem palavras ou expressões que não cumprem as regras definidas para este espaço. Por favor reescreva o seu comentário.
O CM relembra a proibição de comentários de cariz obsceno, ofensivo, difamatório gerador de responsabilidade civil ou de comentários com conteúdo comercial.
O Correio da Manhã incentiva todos os Leitores a interagirem através de comentários às notícias publicadas no seu site, de uma maneira respeitadora com o cumprimento dos princípios legais e constitucionais. Assim são totalmente ilegítimos comentários de cariz ofensivo e indevidos/inadequados. Promovemos o pluralismo, a ética, a independência, a liberdade, a democracia, a coragem, a inquietude e a proximidade.
Ao comentar, o Leitor está a declarar que é o único e exclusivo titular dos direitos associados a esse conteúdo, e como tal é o único e exclusivo responsável por esses mesmos conteúdos, e que autoriza expressamente o Correio da Manhã a difundir o referido conteúdo, para todos e em quaisquer suportes ou formatos actualmente existentes ou que venham a existir.
O propósito da Política de Comentários do Correio da Manhã é apoiar o leitor, oferecendo uma plataforma de debate, seguindo as seguintes regras:
Recomendações:
- Os comentários não são uma carta. Não devem ser utilizadas cortesias nem agradecimentos;
Sanções:
- Se algum leitor não respeitar as regras referidas anteriormente (pontos 1 a 11), está automaticamente sujeito às seguintes sanções:
- O Correio da Manhã tem o direito de bloquear ou remover a conta de qualquer utilizador, ou qualquer comentário, a seu exclusivo critério, sempre que este viole, de algum modo, as regras previstas na presente Política de Comentários do Correio da Manhã, a Lei, a Constituição da República Portuguesa, ou que destabilize a comunidade;
- A existência de uma assinatura não justifica nem serve de fundamento para a quebra de alguma regra prevista na presente Política de Comentários do Correio da Manhã, da Lei ou da Constituição da República Portuguesa, seguindo a sanção referida no ponto anterior;
- O Correio da Manhã reserva-se na disponibilidade de monitorizar ou pré-visualizar os comentários antes de serem publicados.
Se surgir alguma dúvida não hesite a contactar-nos internetgeral@medialivre.pt ou para 210 494 000
O Correio da Manhã oferece nos seus artigos um espaço de comentário, que considera essencial para reflexão, debate e livre veiculação de opiniões e ideias e apela aos Leitores que sigam as regras básicas de uma convivência sã e de respeito pelos outros, promovendo um ambiente de respeito e fair-play.
Só após a atenta leitura das regras abaixo e posterior aceitação expressa será possível efectuar comentários às notícias publicados no Correio da Manhã.
A possibilidade de efetuar comentários neste espaço está limitada a Leitores registados e Leitores assinantes do Correio da Manhã Premium (“Leitor”).
Ao comentar, o Leitor está a declarar que é o único e exclusivo titular dos direitos associados a esse conteúdo, e como tal é o único e exclusivo responsável por esses mesmos conteúdos, e que autoriza o Correio da Manhã a difundir o referido conteúdo, para todos e em quaisquer suportes disponíveis.
O Leitor permanecerá o proprietário dos conteúdos que submeta ao Correio da Manhã e ao enviar tais conteúdos concede ao Correio da Manhã uma licença, gratuita, irrevogável, transmissível, exclusiva e perpétua para a utilização dos referidos conteúdos, em qualquer suporte ou formato atualmente existente no mercado ou que venha a surgir.
O Leitor obriga-se a garantir que os conteúdos que submete nos espaços de comentários do Correio da Manhã não são obscenos, ofensivos ou geradores de responsabilidade civil ou criminal e não violam o direito de propriedade intelectual de terceiros. O Leitor compromete-se, nomeadamente, a não utilizar os espaços de comentários do Correio da Manhã para: (i) fins comerciais, nomeadamente, difundindo mensagens publicitárias nos comentários ou em outros espaços, fora daqueles especificamente destinados à publicidade contratada nos termos adequados; (ii) difundir conteúdos de ódio, racismo, xenofobia ou discriminação ou que, de um modo geral, incentivem a violência ou a prática de atos ilícitos; (iii) difundir conteúdos que, de forma direta ou indireta, explícita ou implícita, tenham como objetivo, finalidade, resultado, consequência ou intenção, humilhar, denegrir ou atingir o bom-nome e reputação de terceiros.
O Leitor reconhece expressamente que é exclusivamente responsável pelo pagamento de quaisquer coimas, custas, encargos, multas, penalizações, indemnizações ou outros montantes que advenham da publicação dos seus comentários nos espaços de comentários do Correio da Manhã.
O Leitor reconhece que o Correio da Manhã não está obrigado a monitorizar, editar ou pré-visualizar os conteúdos ou comentários que são partilhados pelos Leitores nos seus espaços de comentário. No entanto, a redação do Correio da Manhã, reserva-se o direito de fazer uma pré-avaliação e não publicar comentários que não respeitem as presentes Regras.
Todos os comentários ou conteúdos que venham a ser partilhados pelo Leitor nos espaços de comentários do Correio da Manhã constituem a opinião exclusiva e única do seu autor, que só a este vincula e não refletem a opinião ou posição do Correio da Manhã ou de terceiros. O facto de um conteúdo ter sido difundido por um Leitor nos espaços de comentários do Correio da Manhã não pressupõe, de forma direta ou indireta, explícita ou implícita, que o Correio da Manhã teve qualquer conhecimento prévio do mesmo e muito menos que concorde, valide ou suporte o seu conteúdo.
ComportamentoO Correio da Manhã pode, em caso de violação das presentes Regras, suspender por tempo determinado, indeterminado ou mesmo proibir permanentemente a possibilidade de comentar, independentemente de ser assinante do Correio da Manhã Premium ou da sua classificação.
O Correio da Manhã reserva-se ao direito de apagar de imediato e sem qualquer aviso ou notificação prévia os comentários dos Leitores que não cumpram estas regras.
O Correio da Manhã ocultará de forma automática todos os comentários uma semana após a publicação dos mesmos.
Para usar esta funcionalidade deverá efetuar login.
Caso não esteja registado no site do Correio da Manhã, efetue o seu registo gratuito.
Escrever um comentário no CM é um convite ao respeito mútuo e à civilidade. Nunca censuramos posições políticas, mas somos inflexiveis com quaisquer agressões. Conheça as
Inicie sessão ou registe-se para comentar.