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Mais de 2.500 vagas para recém-especialistas no Serviço Nacional de Saúde

Medicina Interna é a especialidade para a qual foram identificadas mais vagas.

11 de maio de 2026 às 11:18

Mais de 2.500 vagas para médicos recém-especialistas no Serviço Nacional de Saúde foram identificadas para concurso, entre elas 1.749 para especialidades hospitalares, 711 para Medicina Geral e Familiar e 68 para Saúde Pública.

Segundo o despacho publicado esta segunda-feira em Diário da República, na área da Medicina Geral e Familiar (MGHF) - os chamados médicos de família - o maior número de vagas foi identificado na Unidade Local de Saúde (ULS) Amadora-Sintra (90), seguida das ULS Arrábida (65), Loures-Odivelas (52), Região de Leiria (51), Estuário do Tejo (35), S. José (33) e Trás-os-Montes e Alto Douro (25).

Nas especialidades hospitalares, a que tem maior número de vagas tem identificadas é Medicina Interna (201), seguida de Anestesiologia (126), Pediatria (109), Ginecologia/Obstetrícia (91), Cirurgia Geral (85), Ortopedia (84),Psiquiatria (73), Cardiologia (61), Medicina Física e Reabilitação (58), Medicina Intensina (55), Radiologia (54) e Gastrenterologia (51).

Segundo o despacho, assinado pela ministra da Saúde, Ana Paula Martins, os respetivos concursos para a área hospitalar são da responsabilidade da administração de cada estabelecimento de saúde e os avisos devem ser publicados em Diário da República na próxima segunda-feira.

Quanto aos restantes (MGHF e Saúde Pública), o despacho diz apenas que a abertura é da competência do conselho diretivo da Administração Central do Sistema de saúde (ACSS).

No diploma, o Governo reconhece que para atingir os objetivos de assegurar uma resposta de saúde eficaz e equitativa aos cidadãos é necessário um "esforço contínuo" de reforço dos recursos humanos em saúde, com particular destaque para os profissionais médicos, cuja disponibilidade e distribuição são "fatores determinantes" para a sustentabilidade e eficiência do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Reconhece igualmente que, apesar do esforço que tem desenvolvido, "ainda persistem assimetrias relevantes na afetação de médicos às diferentes regiões e especialidades", com "carências acentuadas" em zonas geográficas e áreas de intervenção de maior pressão assistencial.

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