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Entre 1 de junho de 2024 e 1 de junho do ano passado foram realizadas 176.506 triagens e entre 2 de junho de 2025 e a segunda-feira passada a linha triou 237.552 mulheres.
Mais 400 mil mulheres foram triadas pela Linha SNS Grávida desde que foi criada, há dois anos, tendo sido registado um aumento no número de triagens entre junho de 2025 e a segunda-feira passada, segundo dados oficiais esta sexta-feira divulgados.
A funcionar desde 1 de junho de 2024 a Linha SNS Grávida - uma extensão da Linha SNS 24 - realizou, até segunda-feira passada (dia em que a linha completou dois anos) 414.058 triagens, referem os dados dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde divulgados à Lusa.
Entre 1 de junho de 2024 e 1 de junho do ano passado foram realizadas 176.506 triagens e entre 2 de junho de 2025 e a segunda-feira passada a linha triou 237.552 mulheres.
Após o contacto com a Linha SNS Grávida, nestes últimos dois anos, quase 300.000 mulheres foram encaminhadas para o serviço de urgência, ou seja, a maioria das mulheres foi direcionada para as urgências de Obstetrícia e Ginecologia do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
O número de encaminhamentos para o serviço de urgência registou um aumento, uma vez que entre 2 de junho de 2025 e a segunda-feira passada 164.256 utentes foram encaminhadas para as urgências, mais 41.911 encaminhamentos do que entre 1 de junho de 2024 e 1 de junho do ano passado (122.345). Das 176.506 triagens, entre 1 de junho de 2024 e 1 de junho do ano passado, a maioria dos encaminhamentos também foi para as urgências.
A seguir aos encaminhamentos para as urgências, estão os cuidados de saúde primários [centros de saúde], onde também foi registada uma subida.
Quase 100.00 utentes foram encaminhadas para os cuidados de saúde primários nos últimos dois anos, sendo que 56.445 utentes foram encaminhadas para este serviço entre 2 de junho de 2025 e a segunda-feira passada, mais 21.218 mulheres do que entre 1 de junho de 2024 e 1 de junho do ano passado (35.227).
Em relação aos encaminhamentos para a Consulta Aberta Hospitalar (para utentes presumivelmente não urgentes), tal como nas urgências e nos cuidados de saúde primários, verificou-se um aumento.
Entre 2 de junho de 2025 e a segunda-feira passada contabilizaram-se 4.182 mulheres que foram direcionadas para esta modalidade, enquanto entre 1 de junho de 2024 e 1 de junho do ano passado registaram-se 1.408 encaminhamentos.
Nestes últimos dois anos, 7.068 mulheres foram encaminhadas para o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) através da linha, apesar de se registar uma diminuição no número encaminhamentos para o INEM.
Entre 1 de junho de 2024 e 1 de junho do ano passado 4.547 grávidas foram encaminhadas para o INEM e entre 2 de junho de 2025 e a segunda-feira passada 2.521 utentes foram direcionadas para este serviço.
O número de mulheres que receberam indicações dos profissionais de saúde, através da linha, para cuidarem da sua situação em casa [autocuidados] também diminuiu, sendo que entre 1 de junho de 2024 e 1 de junho do ano passado foram registados 12.979 atendimentos neste âmbito, enquanto entre 2 de junho de 2025 e a segunda-feira passada foram contabilizadas 10.148 triagens neste sentido.
As grávidas devem ligar para a linha antes de se dirigirem para as urgências de obstetrícia e ginecologia do SNS para serem triadas e reencaminhadas para a resposta mais adequada.
Durante o contacto telefónico, os profissionais de saúde podem encaminhar as grávidas para urgências de obstetrícia e ginecologia ou direcionam-nas para outras formas de atendimento, como consultas hospitalares abertas, cuidados de saúde primários ou poderão dar indicações às utentes sobre o que devem fazer nas suas casas, caso seja possível permanecer em autocuidados.
Em circunstâncias excecionais, se a utente recusar efetuar o contacto, ou por qualquer outra razão não seja possível o encaminhamento através da Linha SNS 24, deve ser assegurada a sua inscrição na urgência e posterior triagem presencial.
A Linha SNS Grávida tem como objetivo fazer a "distinção entre situações urgentes e não urgentes em obstetrícia e ginecologia".
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