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Correio da Manhã

Sociedade
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Estudantes iluminaram Alameda da Universidade para pedir mais segurança

Alunos manifestaram-se em silêncio e de lanterna na mão, numa ação simbólica que pretendeu "Iluminar o Campus".
Lusa 14 de Janeiro de 2020 às 20:12
Meia centena de estudantes iluminaram Alameda da Universidade para pedirem mais segurança
Meia centena de estudantes iluminaram Alameda da Universidade para pedirem mais segurança
Meia centena de estudantes iluminaram Alameda da Universidade para pedirem mais segurança
Meia centena de estudantes iluminaram Alameda da Universidade para pedirem mais segurança
Meia centena de estudantes iluminaram Alameda da Universidade para pedirem mais segurança
Meia centena de estudantes iluminaram Alameda da Universidade para pedirem mais segurança
Meia centena de estudantes iluminaram Alameda da Universidade para pedirem mais segurança
Meia centena de estudantes iluminaram Alameda da Universidade para pedirem mais segurança
Meia centena de estudantes iluminaram Alameda da Universidade para pedirem mais segurança
Meia centena de estudantes universitários iluminaram esta terça-feira o céu sobre a Alameda da Universidade, em Lisboa, num protesto simbólico por mais segurança nas imediações das faculdades.

A falta de iluminação na zona da Cidade Universitária é uma das principais preocupações dos estudantes, que se manifestaram em silêncio e de lanterna na mão, numa ação simbólica que pretendeu "Iluminar o Campus".

Filipe Gomes, presidente da Associação de Estudantes da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, uma das 12 associações organizadoras do protesto, disse à Lusa que a insegurança nas imediações das faculdades é uma situação que dura há muito tempo e que é preciso encontrar uma solução depressa, junto das reitorias e da Câmara Municipal de Lisboa.

Além do reforço da iluminação, os estudantes pedem também maior policiamento e a criação de uma linha de contacto mais direta com as autoridades, que facilite a denúncia de crimes por parte das vítimas.

O protesto, que durou alguns minutos, realizou-se duas semanas depois da morte de um jovem de 24 anos na sequência de um assalto junto ao campus da Faculdade de Ciências e, apesar de não relacionar a ação com o sucedido, Filipe Gonçalves disse que esse foi o culminar da insegurança que os estudantes têm vivido.

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