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Presidente da ERSE considera que crise energética atual é menor do que a vivida em 2022

Em 2022 preços subiram exponencialmente com a invasão russa na Ucrânia.

31 de março de 2026 às 13:35

O presidente da ERSE disse esta terça-feira, no parlamento, que a crise energética atual, provocada pela guerra dos EUA e Israel no Irão, ainda tem uma dimensão menor da vivida em 2022, quando os preços subiram exponencialmente com a invasão russa na Ucrânia.

"Estamos a vivenciar uma crise de preços de energia como se fosse a segunda parte do que vivemos em 2022 [...]. Mas as dimensões dos problemas são distintas", disse Pedro Verdelho perante os deputados da Comissão de Ambiente e Energia.

Segundo o responsável, atualmente o preço do gás natural ronda os 50 euros por megawatt-hora (MWh), quando no final de 2021 era o dobro (cerca de 100 euros por MWh) e em 2022 chegou a 300 euros por MWh.

"Hoje estamos numa situação diferente, não quer dizer que, com o prolongamento da guerra, a situação não se possa agudizar", acrescentou.

No gás, disse, a dependência europeia do Irão é de 5%. A dependência da Rússia era de 50%.

"Havia mesmo um problema de escassez, hoje não temos um problema de escassez", afirmou.

A guerra dos Estados Unidos e de Israel no Irão tem levado à volatilidade nos mercados globais de gás e petróleo, pressionando consumidores e indústrias europeus, que enfrentam uma crise energética marcada não pela escassez imediata de fornecimento, mas pelo aumento dos preços de energia.

Teme-se na Europa que se volte à situação de crise energética de 2022, após a invasão russa da Ucrânia, caso o conflito no Médio Oriente se prolongue.

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