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Retomada circulação ferroviária na Linha do Norte entre Soure e Coimbra-B

Linha do Norte ainda está condicionada, mas circulação de comboios tem sido retomada aos poucos.

16 de fevereiro de 2026 às 11:39

A circulação ferroviária na Linha do Norte, entre Soure e Coimbra-B, foi retomada depois de ter estado suspensa na sequência do mau tempo das últimas semanas, segundo informação da CP.

Numa nota enviada à Lusa, a transportadora adianta também que vão realizar-se os serviços de longo curso, Alfa Pendular e Intercidades.

No entanto, a empresa alerta que podem ainda verificar-se alguns constrangimentos na circulação durante o dia, continuando a CP a trabalhar para normalizar todos os serviços.

"Os Comboios Urbanos de Coimbra estão a circular entre Coimbra-B--Alfarelos--Coimbra-B", refere a CP - Comboios de Portugal.

Na Linha da Beira Alta, o serviço Intercidades passa a realizar-se entre Lisboa-Santa Apolónia e Guarda.

De acordo com a CP, a circulação na Linha da Beira Baixa continua suspensa, realizando-se apenas os comboios Regionais entre Castelo Branco e Guarda e entre Entroncamento e Abrantes.

Mantém-se ainda suspensa a circulação na Linha do Douro, entre Régua e Pocinho, na Linha do Oeste e nos Urbanos de Coimbra.

Na Linha de Cascais, os comboios circulam com alterações nos horários, sendo que, a partir desta segunda-feira haverá um reforço das circulações na hora de ponta.

Prevê-se a realização do Comboio Internacional Celta, podendo ser usado material circulante diferente do habitual e sendo que o percurso Valença-Vigo-Valença será feito com recurso a transbordo rodoviário, segundo a transportadora.

Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.

A situação de calamidade que abrangia os 68 concelhos mais afetados terminou no domingo.

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