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Correio da Manhã

Sociedade
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Sindicatos alertam para risco de nova austeridade no pós-pandemia

Central sindical saiu à rua para mostrar que não se cala perante impacto da pandemia nos direitos dos trabalhadores.
Salomé Pinto e Wilson Ledo 2 de Maio de 2020 às 09:57
Imagens aéreas mostram celebrações do 1.º de Maio na Alameda em Lisboa
Celebração do 1.º de Maio, dia do trabalhador, na Alameda em Lisboa
Celebração do 1.º de Maio, dia do trabalhador, na Alameda em Lisboa
Celebração do 1.º de Maio, dia do trabalhador, na Alameda em Lisboa
Celebração do 1.º de Maio, dia do trabalhador, na Alameda em Lisboa
Celebração do 1.º de Maio, dia do trabalhador, na Alameda em Lisboa
Celebração do 1.º de Maio, dia do trabalhador, na Alameda em Lisboa
Celebração do 1.º de Maio, dia do trabalhador, na Alameda em Lisboa
Imagens aéreas mostram celebrações do 1.º de Maio na Alameda em Lisboa
Celebração do 1.º de Maio, dia do trabalhador, na Alameda em Lisboa
Celebração do 1.º de Maio, dia do trabalhador, na Alameda em Lisboa
Celebração do 1.º de Maio, dia do trabalhador, na Alameda em Lisboa
Celebração do 1.º de Maio, dia do trabalhador, na Alameda em Lisboa
Celebração do 1.º de Maio, dia do trabalhador, na Alameda em Lisboa
Celebração do 1.º de Maio, dia do trabalhador, na Alameda em Lisboa
Celebração do 1.º de Maio, dia do trabalhador, na Alameda em Lisboa
Imagens aéreas mostram celebrações do 1.º de Maio na Alameda em Lisboa
Celebração do 1.º de Maio, dia do trabalhador, na Alameda em Lisboa
Celebração do 1.º de Maio, dia do trabalhador, na Alameda em Lisboa
Celebração do 1.º de Maio, dia do trabalhador, na Alameda em Lisboa
Celebração do 1.º de Maio, dia do trabalhador, na Alameda em Lisboa
Celebração do 1.º de Maio, dia do trabalhador, na Alameda em Lisboa
Celebração do 1.º de Maio, dia do trabalhador, na Alameda em Lisboa
Celebração do 1.º de Maio, dia do trabalhador, na Alameda em Lisboa

Salários por inteiro em caso de layoff ou apoio à família, suspensão de despedimentos e reversão dos já realizados, transportes públicos reforçados e higienizados bem como regras obrigatórias de higiene e segurança no trabalho. Foram estas as principais exigências deixadas ontem pela CGTP no Dia do Trabalhador. Na rua ou nas redes sociais, tanto a CGTP como a UGT aproveitaram o 1º de Maio para alertar para riscos de nova austeridade no pós-pandemia.

"Alguns queriam calar-nos mas não nos calamos", afirmou Isabel Camarinha. No seu primeiro discurso de 1 de Maio, a secretária-geral da CGTP avisou que há um "aproveitamento que alguns fazem do vírus" para aplicar mais exploração. "Não estamos condenados a anos e anos de sacrifícios, a uma recuperação lenta, a um processo doloroso que implicará mais austeridade", juntou.

As lutas antigas - como a redução do horário para 35 horas semanais - foram também recordadas aos mil dirigentes que marcaram presença na Alameda, em Lisboa, uma das 24 cidades onde se mantiveram as comemorações na rua.

Já a UGT cancelou as iniciativas marcadas para Vila Real. O secretário-geral, Carlos Silva, recorreu a um vídeo para lembrar que a pandemia "não serve de pretexto para a diminuição de direitos e rendimentos".

A central sindical exigiu rapidez nos apoios para as empresas e famílias e sugeriu a criação de um "rendimento mínimo, sem condições" para quem ficou de fora das medidas extraordinárias. Para o regresso da economia, a UGT pede "doses de confiança massiva", com medidas reforçadas de segurança e de higiene no trabalho.

Costa avisa que "prioridade" é proteger emprego
António Costa assinalou o dia com uma publicação no Twitter, em que pediu união entre Estado e empresas na "prioridade" que é proteger o emprego. "Também no mercado de trabalho, a pandemia está a deixar as suas marcas", alertou no Twitter.

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