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Chamadas de valor acrescentado já rendem menos de dois milhões

Canais recebem cada vez menos com os ‘serviços multimédia’. No primeiro semestre, TVI fez cerca de 7 milhões e SIC 4,2.

31 de julho de 2017 às 08:11

O negócio das chamadas de valor acrescentado continua em forte quebra e pesa cada vez menos nas receitas da TVI e da SIC. De acordo com as contas semestrais da Impresa e da Media Capital, os dois grupos, em conjunto, fizeram pouco mais de 11 milhões de euros com esta linha de negócio, o que significa 1,9 milhões/mês, muito longe do recorde estabelecido em 2013, quando somados faturaram uma média mensal de 6,5 milhões de euros. Nesse ano, recorde-se, os proveitos totais da SIC e da TVI com este negócio atingiram os 78 milhões.

De acordo com as contas do grupo Impresa, dono da SIC, entre janeiro e junho, estas receitas apresentaram "uma descida de 50,5%, para 4,2 milhões [menos de metade do valor obtido no mesmo período do ano transato]". Segundo o mesmo documento, a diminuição é ainda "uma consequência do fim do programa ‘Portugal em Festa’", em maio de 2016.

Já a Media Capital, que detém a TVI, não revelou nas contas semestrais o valor da perda, mas adianta que "os outros rendimentos", em que se incluem os chamados serviços multimédia, "recuaram 9%". Segundo apurou o CM, neste período, o grupo obteve pouco mais de sete milhões com este negócio, uma perda de quase um milhão de euros em relação aos mesmos meses do ano passado.

Em 2016, a dona da SIC fez 13,8 milhões de euros com este negócio (quebra de 32,2%) e a Media Capital alcançou os 16,1 milhões (menos 22%).

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