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Correio da Manhã

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Investigadas relações da Google com a China

Gigante da internet admite relações comerciais com dezenas de empresas, entre elas a Huawei.
Sónia Dias 11 de Junho de 2018 às 01:30
Gigante norte-americana Google volta a estar debaixo de fogo, desta vez devido à partilha de dados sem autorização
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Gigante norte-americana Google volta a estar debaixo de fogo, desta vez devido à partilha de dados sem autorização
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Gigante norte-americana Google volta a estar debaixo de fogo, desta vez devido à partilha de dados sem autorização
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O Congresso dos Estados Unidos está a investigar a relação da Google com a Huawei e outras companhias chinesas de telecomunicações, depois de o Facebook ter admitido a partilha de dados pessoais dos seus utilizadores com empresas daquele país.

O senator democrata Mark Warner já enviou uma carta à Alphabet, que detém a Google, a exigir esclarecimentos sobre as suas relações com marcas como a Huawei, a terceira maior fabricante de smartphones do Mundo, depois da Apple e da Samsung, e considerada uma ameaça à segurança nacional devido às suas ligações ao partido comunista chinês.

Em comunicado, a Google assumiu que tem "acordos com dezenas de empresas espalhadas pelo Mundo, entre elas a Huawei", mas assegurou que o "acesso especial a informações sobre os seus usuários não faz parte dos mesmos", garantindo cumprir as leis da privacidade.

Uma carta similar foi enviada por Warner ao Twitter, mas a rede social recusou comentar.

Também o republicano Mike Conaway fez saber que o seu gabinete está a investigar as ligações entre a Google e os seus parceiros asiáticos, como a Huawei, Xiaomi e Tencent, mas, de acordo com o ‘The Wall Street Journal’ e o Bloomberg, existem outros elementos do congresso determinados a aprofundar esta questão.

Entretanto, a CNN avançou que a Comissão Especial de Inteligência do Senado dos Estados Unidos vai pedir uma audição com Mark Zuckerberg (Facebook) - que já tinha sido ouvido em abril no âmbito do escândalo da Cambridge Analytica - Larry Page (Alphabet/Google) e Jack Dorsey (Twitter) para falar sobre os seus negócios e partilha de informações com os seus parceiros chineses sem autorização explícita.
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