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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Princesa Aiko enfrenta situação insólita

Filha única do Imperador do Japão não pode suceder ao pai por ser mulher. Muitos querem que a lei mude.

25 de abril de 2026 às 20:19

A princesa Aiko, do Japão, está a viver uma situação insólita: é a única filha do Imperador Naruhito, mas segundo a lei do país não pode assumir o trono – que é meramente simbólico e não implica acesso ao poder político – por ser mulher.

Por muito que os súbditos a adorem, Aiko, de 24 anos, está condenada a não passar de filha do Imperador. Mais. Quando se casar, se decidir fazê-lo, perde imediatamente o título de princesa para passar à condição de simples plebeia.

Daí que haja, neste momento, uma grande discussão no país do sol nascente: muitos pedem a alteração da lei (que data de 1947) para que uma mulher possa vir a ser declarada imperatriz do Japão.

Uma sondagem realizada recentemente revelou que 61% dos japoneses querem ver Aiko no trono, contra apenas 9%que se opõem a tal situação.

Tal como está a lei, por morte – ou abdicação – de Nahurito, de 66 anos, sucede-lhe o irmão mais novo, Akishino (de 65), sucedendo-lhe o filho deste, o príncipe Hisahito, de 19 anos, primo de Aiko. É o único filho homem da sua geração.

Nos últimos anos, vários países europeus, incluindo a Suécia, os Países Baixos e o Reino Unido, mudaram as leis de sucessão, passando a valer a ordem de nascimento e não o género.

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