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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

A carta de despedida de Adolfo Mesquita Nunes para Teresa Caeiro

Advogado entrou na política pela mão de ‘Teggy’ e na Igreja de São Roque leu um texto que emocionou muitos dos presentes.

23 de agosto de 2025 às 01:30

Quando na quinta-feira, na Igreja de São Roque, em Lisboa, Adolfo Mesquita Nunes leu uma emocionante carta dirigida a Teresa Caeiro, muitos não sabiam que foi pela mão de ‘Teggy’ que o advogado entrou na política e para o CDS-PP - e chegou a ser secretário de Estado do Turismo.

Nessa longa missiva, o amigo definiu Teresa Caeiro numa palavra: amor. “Não a escolhemos ao acaso. O amor de que falamos é o amor inteiro, como São Paulo o descreveu aos Coríntios: paciente, que não se envaidece, que não procura o seu interesse, que tudo desculpa, tudo crê. Amor no princípio; e amor sempre. A Tegui era amor. Vinha sempre de ajudar alguém e já ia a caminho de ajudar outro. Havia sempre alguém à sua espera: um amigo aflito, uma família em apuros, ou aquela senhora num sítio recôndito que lhe tinha escrito”, leu numa passagem, e termina chamando-lhe “genial”.

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