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Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Depois da perseguição, advogado de Frederica Lima exige revisão urgente das medidas de coação de Nuno Homem de Sá

Carlos Anjos critica Ministério Público e alerta: "Se nada mudar, corremos o risco de esperar pela próxima vítima mortal desta trágica comédia".

23 de setembro de 2025 às 12:29

O caso de violência doméstica que envolve Nuno Homem de Sá, acusado pela ex-namorada Frederica Lima, voltou a marcar a atualidade com um episódio inesperado.

Este domingo, 21 de setembro, durante a tarde, o ator encontrou a alegada vítima na autoestrada A1. Segundo fotos e vídeos que circulam, Nuno Homem de Sá terá perseguido Frederica, que se sentiu ameaçada. A ex-companheira terá mesmo tentado refugiar-se na área de serviço de Leiria, mas o ator também entrou no local.

A vítima prosseguiu viagem e voltou a ser perseguida até à área de serviço de Santarém, onde conseguiu esconder-se nas instalações sanitárias. Com a chegada da PSP e da GNR, chamadas pela própria Frederica Lima, Nuno Homem de Sá terá fugido. A partir daí, Frederica foi escoltada até à esquadra, onde apresentou queixa, e, posteriormente, até à sua residência.

Já esta segunda-feira, o advogado de acusação, Pedro Nogueira Simões, apresentou um novo requerimento, pedindo a revisão urgente das medidas de coação. Por seu lado, o advogado de Nuno Homem de Sá, Alexandre Guerreiro, desmentiu estas informações.

O caso voltou a ser tema no programa 'Noite das Estrelas', da CMTV. O comentador e antigo inspetor da PJ, Carlos Anjos, analisou os novos desenvolvimentos: "O que temos aqui é uma tentativa dele de coagir, intimidar, de alguma forma, de a levar a não estar bem. E portanto, mais que era esse o fim que quando ela parava na autoestrada, ele parava, apesar de não interagir com ele, até que ela chamou a GNR e a partir daí ele deixa de interagir e desaparece. (...) Ele sabia onde ela estava e não estava ali por acaso, não acredito nesse tipo de coincidências."

Durante o debate, Maya lançou a questão ao painel: "Isto vai ter algum efeito, Carlos, ou vai ficar para lá junto com outros tantos?" Carlos Anjos reagiu com ceticismo: "Infelizmente, acho que não vai ter grande alcance… estamos quase há um mês nisto e continua-se a empurrar com a barriga."

O antigo inspetor criticou ainda o Ministério Público: "Com os elementos que tinha, havia obrigação de deter Nuno Homem de Sá. Ao não o fazer, criou-se este arrastar da situação. (...) Assim, criamos nos agressores um sentimento de impunidade: tudo é público, a Justiça não age, e eles sentem que podem fazer tudo."

Maya destacou ainda a morosidade do processo: "Foi no dia 15 que foi adiado para dia 26. Nove dias úteis…" Referindo-se à audiência remarcada para a próxima sexta-feira, 26 de setembro. De imediato, Carlos reagiu à observação: "Podia ter sido logo no dia seguinte. Isto não se compreende."

No fecho do debate, o antigo inspetor deixou ainda um alerta sério: "Se nada mudar, corremos o risco de esperar pela próxima vítima mortal desta trágica comédia."

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"É uma tentativa de a intimidar": Carlos Anjos sobre alegada perseguição de Nuno Homem de Sá a Frederica Lima

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