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Cantora discursou ontem numa manifestação a favor dos direitos dos homossexuais nas Forças Armadas, afirmando que a ‘igualdade é vital para a América.
Lady Gaga fez ontem um discurso efusivo durante uma manifestação a favor dos direitos dos homossexuais, promovida pela organização Servicemembers Legal Defense Network (SLDN), que reuniu cerca de 4.500 pessoas em Portland, no Maine.
Para a excêntrica cantora e compositora, de 24 anos, "a igualdade de direitos é uma questão vital para a América" e deve ser olhada como um dos pilares fundamentais do país.
Em causa está, sobretudo, o direito à diferença no seio das Forças Armadas dos Estados Unidos e a controversa campanha contra o lema ‘Don't Ask, Don't Tell' (Não Perguntes, Não Digas', em tradução livre), que a artista tem apoiado.
"Estou aqui hoje porque gostaria de propor uma nova lei, uma lei que deve enviar para casa todos os soldados que não aceitam a diferença", declarou Lady Gaga. "A nova lei chama-se 'Se Não Gostas, Vai Para Casa'. Se um soldado americano não defende a plena igualdade de direitos deve ir para casa. Se não é honesto o suficiente para combater sem preconceitos, deve ir para casa", prosseguiu a cantora, que questionou a constitucionalidade dos preconceitos sexuais.
"Se um soldado não é capaz de manter o juramento que fez às Forças Armadas para defender a Constituição dos Estados Unidos contra todos os inimigos estrangeiros e nacionais, deve ir para casa. Porque a discriminação, seja ela qual for, é inconstitucional", rematou Lady Gaga.
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