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Artigo exclusivo

E se as grávidas tomarem aspirina?

Um novo estudo analisou os efeitos deste comprimido nos nascimentos prematuros.

14 de fevereiro de 2020 às 16:48

Um novo estudo publicado pela revista médica The Lancet acompanhou 11976 mulheres grávidas em seis países com altas taxas de nascimento prematuro, nomeadamente a Índia, a República Democrática do Congo, a Guatemala, o Quénia, o Paquistão e o Zâmbia. A partir do primeiro trimestre da gravidez – de gestações pela primeira vez de bebés únicos –, metade das mulheres recebeu diariamente um comprimido de 81 miligramas de aspirina, uma dose mais fraca do que a normal, enquanto a outra metade tomou um placebo.

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