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Um novo estudo analisou os efeitos deste comprimido nos nascimentos prematuros.
Um novo estudo publicado pela revista médica The Lancet acompanhou 11976 mulheres grávidas em seis países com altas taxas de nascimento prematuro, nomeadamente a Índia, a República Democrática do Congo, a Guatemala, o Quénia, o Paquistão e o Zâmbia. A partir do primeiro trimestre da gravidez – de gestações pela primeira vez de bebés únicos –, metade das mulheres recebeu diariamente um comprimido de 81 miligramas de aspirina, uma dose mais fraca do que a normal, enquanto a outra metade tomou um placebo.
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