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Suspeitos de atentado em Barcelona prestam declarações em tribunal

Juiz da Audiência Nacional espanhola vai formular acusação a implicados em ataque terrorista.

22 de agosto de 2017 às 08:16

Os quatro indivíduos implicados nos atentados de Barcelona e Cambrils prestam esta terça-feira declarações ao juiz Fernando Andreu, na Audiência Nacional, em Madrid e que vai formular a acusação e determinar as medidas de coação.

Os suspeitos chegaram às 08h00 (07h00 em Lisboa) à capital espanhola, transportados em carros celulares da Guardia Civil, depois de terem passado a noite no comando policial de Tres Cantos, na Catalunha.

Os quatro homens são alegadamente membros do mesmo grupo envolvido no atentado que provocou a morte a 15 pessoas, entre as quais duas cidadãs portuguesas, na Catalunha.

O primeiro a ser detido, pouco depois do atentado de Barcelona, na passada quinta-feira, foi Driss Oukabir, cujo nome foi utilizado para alugar a furgoneta utilizada no atropelamento nas Ramblas.

Em declarações prestadas à polícia, Driss Oukabir afirmou que o irmão Moussa, de 17 anos, lhe tinha roubado a documentação para alugar o veículo.

Moussa acabou por morrer na madrugada de sexta-feira no atentado de Cambrils, a 120 quilómetros a sul de Barcelona.

O segundo homem a ser detido, na noite de quinta-feira, foi Mohamed Houli Chemlal, 21 anos e é natural da cidade autónoma de Melilla.

Mohamed Houli Chemlal ficou ferido após a explosão do dia 16 de agosto, na casa de Alcanar (Tarragona) onde o grupo planeava os atentados há vários meses.

Na passada sexta-feira foram presos os outros dois implicados: Mohamed Aallaa, 27 anos, detido em Ripoll, irmão de Sadi Aallaa, abatido em Cambrils, e Salah El Karib, 34 anos, que gere um estabelecimento de telecomunicações (internet e telefones) e que a polícia relaciona com Driss Oukabir.

Os quatro suspeitos são membros do mesmo grupo responsável pelos atentados e que era formado, pelo menos, por 12 pessoas, cinco dos quais foram abatidos em Cambrils.

Outros dois morreram na explosão de quarta-feira na vivenda de Alcanar e o último, Younes Abouyaaqoub, foi morto pela polícia na segunda-feira.

Younes Abouyaaqoub, o suposto condutor da furgoneta, utilizada no atropelamento dos peões nas Rambas, encontrava-se em fuga desde quinta-feira.

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