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UE preocupada com fim de cessar-fogo na Síria

Ministros dos Negócios Estrangeiros alarmados com crise no país.
Lusa 20 de Setembro de 2016 às 04:24
Uma coluna de ajuda humanitária foi atingida pelos bombardeamentos de aviões de guerra perto de Alepo
Uma coluna de ajuda humanitária foi atingida pelos bombardeamentos de aviões de guerra perto de Alepo
Uma coluna de ajuda humanitária foi atingida pelos bombardeamentos de aviões de guerra perto de Alepo
Uma coluna de ajuda humanitária foi atingida pelos bombardeamentos de aviões de guerra perto de Alepo
Uma coluna de ajuda humanitária foi atingida pelos bombardeamentos de aviões de guerra perto de Alepo
Uma coluna de ajuda humanitária foi atingida pelos bombardeamentos de aviões de guerra perto de Alepo
Uma coluna de ajuda humanitária foi atingida pelos bombardeamentos de aviões de guerra perto de Alepo
Uma coluna de ajuda humanitária foi atingida pelos bombardeamentos de aviões de guerra perto de Alepo
Uma coluna de ajuda humanitária foi atingida pelos bombardeamentos de aviões de guerra perto de Alepo
Uma coluna de ajuda humanitária foi atingida pelos bombardeamentos de aviões de guerra perto de Alepo
Uma coluna de ajuda humanitária foi atingida pelos bombardeamentos de aviões de guerra perto de Alepo
Uma coluna de ajuda humanitária foi atingida pelos bombardeamentos de aviões de guerra perto de Alepo
Uma coluna de ajuda humanitária foi atingida pelos bombardeamentos de aviões de guerra perto de Alepo
Uma coluna de ajuda humanitária foi atingida pelos bombardeamentos de aviões de guerra perto de Alepo
Uma coluna de ajuda humanitária foi atingida pelos bombardeamentos de aviões de guerra perto de Alepo
Uma coluna de ajuda humanitária foi atingida pelos bombardeamentos de aviões de guerra perto de Alepo
Uma coluna de ajuda humanitária foi atingida pelos bombardeamentos de aviões de guerra perto de Alepo
Uma coluna de ajuda humanitária foi atingida pelos bombardeamentos de aviões de guerra perto de Alepo
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Uma coluna de ajuda humanitária foi atingida pelos bombardeamentos de aviões de guerra perto de Alepo
Uma coluna de ajuda humanitária foi atingida pelos bombardeamentos de aviões de guerra perto de Alepo
Uma coluna de ajuda humanitária foi atingida pelos bombardeamentos de aviões de guerra perto de Alepo
Uma coluna de ajuda humanitária foi atingida pelos bombardeamentos de aviões de guerra perto de Alepo
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Uma coluna de ajuda humanitária foi atingida pelos bombardeamentos de aviões de guerra perto de Alepo
Uma coluna de ajuda humanitária foi atingida pelos bombardeamentos de aviões de guerra perto de Alepo


O encontro dos ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia, que aconteceu esta segunda-feira em Nova Iorque, foi marcado por "muita preocupação" com o final do cessar-fogo na Síria, disse à Lusa o ministro português.

"Há muita preocupação, mas ninguém está a deitar a toalha ao chão. Todos aguardamos, com confiança, os resultados do encontro do Conselho de Segurança de amanhã [quarta-feira]", disse à Lusa Augusto Santos Silva.

Estados Unidos, Rússia e outros protagonistas do processo na Síria reúnem-se na terça-feira em Nova Iorque para discutir a crise no país. Na quarta-feira, o Conselho de Segurança da ONU reúne-se com a mesma intenção.

O exército sírio declarou esta segunda-feira o fim do cessar-fogo decretado há uma semana por Washington e Moscovo, que se acusam mutuamente do fracasso de mais uma tentativa para pôr termo a cinco anos de guerra na Síria.

"Para que o processo de diálogo seja retomado é necessário que exista um mínimo de confiança entre as partes. Tentámos perceber [durante o encontro] de que forma é que a União Europeia pode contribuir para o retomar desse diálogo", explicou Santos Silva.

O final do cessar-fogo foi decretado na segunda-feira, da em que um comboio de ajuda humanitária foi atingido pelos bombardeamentos de aviões de guerra perto de Auram al Kubra, oeste da província síria de Alepo, onde estava a prestar assistência.

Santos Silva lembrou que a União Europeia "tem a liderança da ajuda humanitária no país e do processo de reconstrução", dois objetivos que se encontram comprometidos neste momento.

"Tem de haver condições de segurança para cumprir o dever de ajuda humanitária. Os acontecimentos de hoje [segunda-feira] põem isso em causa. Também estão limitados os esforços de reconstrução enquanto o conflito ainda decorre", explicou o ministro.

O anúncio de segunda-feira deixa antever uma retomada mais violenta da guerra que desde março de 2011 já provocou mais de 300 mil mortos e devastou a Síria.

Augusto Santos Silva acredita, no entanto, que o diálogo entre as partes será retomado esta semana e que isso se vai traduzir em desenvolvimentos positivos.

"Seria muito difícil imaginar o fim desta semana ministerial da Assembleia Geral da ONU sem que acontecessem avanços a este nível. Ninguém perdoaria a comunidade internacional se isso não acontecesse", concluiu.

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