‘Sonho’ de Strindberg em exibição nas ruínas do Carmo
Peça agora encenada por António Pires foi publicada em 1902 e levada a cena em1907.
O teatro está de volta às ruínas do Carmo, em Lisboa. A partir desta quarta-feira e até dia 21 de agosto, o Museu Arqueológico recebe a peça ‘Sonho’ do dramaturgo sueco August Strindberg, com encenação do português António Pires.
Trata-se de uma peça publicada em 1902 e encenada pela primeira vez em 1907, sem tempo nem lugar, entre o onírico e o real, com múltiplas personagens que são arquétipos da sociedade. Perante elas está Inês, filha do deus Indra, que desce à Terra para perceber se são verdadeiros os lamentos dos humanos.
Depois de passar por todo o tipo de sofrimento humano, tal como a pobreza, a crueldade ou mesmo a rotina da vida familiar, a filha dos deuses percebe finalmente que os seres humanos são dignos de dó. O seu retorno ao Céu é como o despertar de um sonho.
“É uma mistura de géneros absolutamente extraordinária. Tem comédia, tem cenas de tragédia, que também é difícil às vezes de encontrar nas peças que se focam mais numa história linear”, diz a atriz Carolina Campanela, que integra o elenco de 12 atores. Entre eles estão também Alexandra Sargento, Carolina Serrão, Cassiano Carneiro, Catarina Vicente, Francisco Vistas, João Barbosa ou João Sá Nogueira.
Para o encenador António Pires esta é uma proposta “de verão maravilhosa para a família. Há muita gente que já vem. As noites estão fantásticas. Este sítio é absolutamente maravilhoso e casa muito bem com o teatro.” E acrescenta: “Sinto que as pessoas às vezes têm receio, mas não têm de ter, porque isto é superseguro. É ao ar livre.”
A nova abordagem à peça de Strindberg tem por base a tradução de Cristina Reis, Melanie Mederlind e Luís Miguel Cintra, encenador que a levou a palco em 1998, pelo Teatro da Cornucópia. A peça está em cena em dois horários diferentes, às 15h00 e às 21h00.
O teatro está de volta às ruínas do Carmo, em Lisboa. A partir desta quarta-feira e até dia 21 de agosto, o Museu Arqueológico recebe a peça ‘Sonho’ do dramaturgo sueco August Strindberg, com encenação do português António Pires.Trata-se de uma peça publicada em 1902 e encenada pela primeira vez em 1907, sem tempo nem lugar, entre o onírico e o real, com múltiplas personagens que são arquétipos da sociedade. Perante elas está Inês, filha do deus Indra, que desce à Terra para perceber se são verdadeiros os lamentos dos humanos.Depois de passar por todo o tipo de sofrimento humano, tal como a pobreza, a crueldade ou mesmo a rotina da vida familiar, a filha dos deuses percebe finalmente que os seres humanos são dignos de dó. O seu retorno ao Céu é como o despertar de um sonho.“É uma mistura de géneros absolutamente extraordinária. Tem comédia, tem cenas de tragédia, que também é difícil às vezes de encontrar nas peças que se focam mais numa história linear”, diz a atriz Carolina Campanela, que integra o elenco de 12 atores. Entre eles estão também Alexandra Sargento, Carolina Serrão, Cassiano Carneiro, Catarina Vicente, Francisco Vistas, João Barbosa ou João Sá Nogueira.Para o encenador António Pires esta é uma proposta “de verão maravilhosa para a família. Há muita gente que já vem. As noites estão fantásticas. Este sítio é absolutamente maravilhoso e casa muito bem com o teatro.” E acrescenta: “Sinto que as pessoas às vezes têm receio, mas não têm de ter, porque isto é superseguro. É ao ar livre.”A nova abordagem à peça de Strindberg tem por base a tradução de Cristina Reis, Melanie Mederlind e Luís Miguel Cintra, encenador que a levou a palco em 1998, pelo Teatro da Cornucópia. A peça está em cena em dois horários diferentes, às 15h00 e às 21h00.Saiba mais
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O Convento do Carmo foi fundado por D. Nuno Álvares Pereira, o Condestável de Portugal. Mas o terremoto de 1755 destruiria boa parte da igreja e convento. No reinado de D. Maria I iniciou-se a reconstrução, que seria interrompida em 1834.
Exposição de pintura
O Museu Arqueológico do Carmo acaba também de inaugurar uma exposição de pintura que se debruça sobra a vasta obra pictórica de Guilherme Parente, “verdadeira cidadão do Universo Onírico que tão bem soube criar”, lê-se na apresentação.
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