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"Amália - A Voz Maior do que o Fado" tem vozes de Camané, Luz Casalou e Ricardo Ribeiro.
Andava João Botelho de volta do filme ‘Um Adeus Português’, nos anos de 1980, quando um dia foi bater à porta de Amália Rodrigues para lhe pedir autorização para usar o tema ‘Fado Português’. “Ela foi de uma delicadeza enorme e sem querer saber de dinheiro, disse-me apenas: faça”, recorda o realizador. Agora, quase 40 anos depois, quis o destino, em ano de centenário do nascimento da diva do fado, que o realizador recebesse o convite para encenar um musical de homenagem. ‘Amália - A voz maior do que o fado’ é apresentado quinta e sexta-feira (19h00) no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.
Dividido em quatro partes, o espetáculo foi montado sobre duas ideias base: “A grandeza e a origem”, diz João Botelho ao CM, lembrando que “a grande voz de Amália é a voz da Beira Baixa”. E explica: “Ela dizia que a mãe é que cantava bem e é a partir da ideia da polifonia da Beira Baixa que nasce a sua voz e isso foi algo que me interessou muito”, diz o realizador para quem o grande desafio deste projeto “foi mesmo meter o Rossio na Rua da Betesga, porque a Amália é muito maior que a vida”. O musical tem “mais de trinta fados e canções mas para ela precisava de 300”, diz.
As vozes são de Ana Quintans, Camané, Luz Casal e Ricardo Ribeiro. Bilhetes à venda, dos 10 aos 23 euros.
Andava João Botelho de volta do filme ‘Um Adeus Português’, nos anos de 1980, quando um dia foi bater à porta de Amália Rodrigues para lhe pedir autorização para usar o tema ‘Fado Português’. “Ela foi de uma delicadeza enorme e sem querer saber de dinheiro, disse-me apenas: faça”, recorda o realizador. Agora, quase 40 anos depois, quis o destino, em ano de centenário do nascimento da diva do fado, que o realizador recebesse o convite para encenar um musical de homenagem. ‘Amália - A voz maior do que o fado’ é apresentado quinta e sexta-feira (19h00) no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.Dividido em quatro partes, o espetáculo foi montado sobre duas ideias base: “A grandeza e a origem”, diz João Botelho ao CM, lembrando que “a grande voz de Amália é a voz da Beira Baixa”. E explica: “Ela dizia que a mãe é que cantava bem e é a partir da ideia da polifonia da Beira Baixa que nasce a sua voz e isso foi algo que me interessou muito”, diz o realizador para quem o grande desafio deste projeto “foi mesmo meter o Rossio na Rua da Betesga, porque a Amália é muito maior que a vida”. O musical tem “mais de trinta fados e canções mas para ela precisava de 300”, diz.As vozes são de Ana Quintans, Camané, Luz Casal e Ricardo Ribeiro. Bilhetes à venda, dos 10 aos 23 euros.PORMENORES
Espetáculo está dividido em 4 partes: origens de Amália e fados tradicionais; a voz que se espalhou pelo Mundo; os flamencos e músicas mexicanas; e grandes poetas que cantou.
O musical conta com uma pequena homenagem à família de Amália, personalizada no sobrinho-neto, o jovem guitarrista Gaspar Varela. É a ele que cabe abrir e fechar o espetáculo.
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