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MICRONOVELA

Herança de sangue Há heranças que não se escolhem.

Juíza nega apelo da família Michael Jackson

<p align="justify" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt">Depois de ter perdido o processo contra a promotora AEG Live, a família de Michael Jackson tentou voltar à carga e quis levar novamente a tribunal a empresa encarregue de organizar os últimos concertos do cantor, em 2009. No entanto, uma juíza negou-lhes o pedido, esta segunda-feira.

14 de janeiro de 2014 às 21:25

Na opinião da matriarca, Katherine Jackson, de 83 anos, os jurados do primeiro julgamento - que inocentaram a AEG Live da morte de Michael Jackson - "não foram devidamente informados dos factos".

A AEG contratou o cardiologista Conrad Murray para acompanhar Jackson no seu regresso aos palcos, e foi este médico quem forneceu as doses de Propofol que acabariam por vitimar o artista, aos 50 anos.

Esse é, para Katherine Jackson e para os filhos do artista, o argumento para pedir responsabilidades à AEG.

A juíza Yvette Palazuelos, porém, tem opinião diferente e defende que "não houve qualquer confusão por parte do júri".

Os advogados da família Jackson admitem agora recorrer ao Supremo Tribunal de Justiça americano.

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