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Correio da Manhã

Desporto
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"Não nos demitimos a bem do Sporting", diz Bruno de Carvalho

Presidente dos leões diz que não está "agarrado ao poder" e que há compromissos a respeitar.
17 de Maio de 2018 às 23:04
Bruno de Carvalho, presidente do Sporting
Bruno de Carvalho na conferência de imprensa em que disse que vai ficar no Sporting
Bruno de Carvalho, presidente do Sporting
Bruno de Carvalho, presidente do Sporting
Bruno de Carvalho, presidente do Sporting
Bruno de Carvalho, presidente do Sporting
Bruno de Carvalho na conferência de imprensa em que disse que vai ficar no Sporting
Bruno de Carvalho, presidente do Sporting
Bruno de Carvalho, presidente do Sporting
Bruno de Carvalho, presidente do Sporting
Bruno de Carvalho, presidente do Sporting
Bruno de Carvalho na conferência de imprensa em que disse que vai ficar no Sporting
Bruno de Carvalho, presidente do Sporting
Bruno de Carvalho, presidente do Sporting
Bruno de Carvalho, presidente do Sporting
"Os órgãos sociais do Sporting não se demitem". Bruno de Carvalho começou desta forma a conferência de imprensa que se seguiu a uma reunião de emergência do Conselho Diretivo do Sporting.

E haveria de concluir com a mesma ideia:  "Não nos demitimos a bem do Sporting. Não estamos agarrados ao poder". O presidente lembra que pediu uma Assembleia Geral com carácter de urgência para "dar a palavra aos sócios".

Numa conferência de imprensa em que estiveram vários elementos do conselho diretivo, do Conselho Fiscal e Disciplinar e do Conselho Executivo d SAD  -que leram o texto do comunicado a várias vozes - o presidente dos leões disse que o clube está a ser alvo de uma "campanha interna e externa, sem precedentes" e garante que os interesses do Sporting  estão melhor assegurados com a continuidade da atual direção.

Fernando de Carvalho, vogal do Conselho Fiscal, falou de seguida para acusar órgão a que pertence de fazer oposição à direção, falando de "deslealdade".

O discurso foi lido por quatro vozes: Bruno de Carvalho (presidente), Fernando de Carvalho (vogal do Conselho Fiscal), Carlos Vieira (vice-presidente) e Rui Caeiro (vogal do Conselho Directivo)

O comunicado do conselho diretivo foi lido a várias vozes pelos elementos da direção. No texto, o incidente de Alcochete foi rotulado como um ato de "terrorismo".

Sobre as acusações de corrupção que pendem sobre o clube, a direção desmente que alguma vez tenha praticado algum ato de corrupção.

O discurso do presidente do Sporting
"Digo aos sportinguistas que estão aqui presentes membros da direção, Comissão Executiva  e Conselho Fiscal. Sporitng está a ser alvo de um araque sem precedentes. Mas não nos vamos demitir!

Temos empréstimo obrigacionista e pedimos agendamento de AG para vos ouvir sobre o que tem ocorrido, para tudo ser tratado de forma tranquila. Mas em vez dissso são os de dentro a ajudar nestes ataques, quando temos um jogo importante.

O Presidente da MAG tinha agendado reunião com órgãos sóciais. Da nossa reunião saiu a vontade de dar voz aos sócios, que poderia ser marcada no espaço de uma semana. Como dizer que esta direção quer ganhar tempo? Nos próximos tempos vamos averiguar os interesses cruzados na vida do clube."


Não no demitimos a bem do Sporting, pelas responsabilidades que assumimos. Não por estarmos agarrados ao poder. Estamos disponíveis para prestar todos os esclarecimentos, como ficou claro no pedido de uma AG extraordinária. Esse é o local próprio para esclarecer tudo. Temos pela frente temas e números, responsabilidades tremendas e compromissos, como seja um empréstimo obrigacionista, uma reestruturação financeira, uma nova época e tantos objetivos nesta época. Estes compromissos exigem união e coesão. Os que sempre garantiram o normal funcionamento do clube são os únicos órgãos executivos, que estão comigo e sempre estiveram. E sempre continuarão"
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