Fernando Madureira recusa dar código do telemóvel para perícias no âmbito da 'Operação Pretoriano'

Juiz encontrou matéria nova em mensagens e áudios de Whatsapp de quatro outros telemóveis.

03 de fevereiro de 2024 às 14:04
Fernando Madureira Foto: Pedro Ferreira/Record
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Os crimes imputados aos elementos dos 'Super Dragões' detidos no âmbito da Operação Pretoriano podem ser agravados. Quatro telemóveis continham mensagens e áudios de Whatsapp vistos pelo juiz como matéria nova.

Neste conjunto inclui-se o telemóvel de Vítor Catão, mas não o de Fernando Madureira. 'Macaco' recusou-se a dar o código.

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O juiz passou a matéria para o MP e dará oportunidade aos advogados de conhecer a prova, através de uma 'pen' com o relatório, antes de confrontar os arguidos a este respeito.

O interrogatório aos suspeitos prossegue este sábado, no Tribunal de Instrução Criminal do Porto. Fernando Madureira, chefe da claque do FC Porto, responde por branqueamento de capitais e é o último a ser ouvido.

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Operação Pretoriano

O primeiro interrogatório judicial começou na quinta-feira. O MP realça os perigos de continuação da atividade criminosa, de perturbação do inquérito, de alarme social e de fuga.

Na quarta-feira, uma megaoperação da PSP resultou na detenção de Fernando Madureira, da esposa Sandra Madureira e de dez outros elementos dos 'Super Dragões'. A polícia apreendeu diversas armas e estupefacientes, um cofre com 50 mil euros, três carros topo de gama de Fernando Madureira, bem como material informático e peças de vestuário.

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A investigação debruça-se sobre as agressões registadas na Assembleia-Geral do FC Porto de 13 de novembro e sobre as ameaças ao candidato à presidência do clube André Villas-Boas.

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