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Leixões vence e complica situação do 'lanterna-vermelha' Oliveirense

Com este resultado, o Leixões soma o terceiro jogo consecutivo sem perder e é 12.º classificado, com 32 pontos.

12 de abril de 2026 às 18:20

O Leixões recebeu e venceu este domingo a Oliveirense por 2-0, resultado que fez jus ao domínio dos caseiros e complica a luta da última classificada da II Liga de futebol pela manutenção, em encontro da 29.ª ronda.

Serif Nhaga, aos 13 minutos, e Luccas Paraizo, aos 55, foram os autores dos golos de uma partida em que os leixonenses ficaram reduzidos a 10 elementos, por expulsão de Semeu Commey, aos 69.

Com este resultado, o Leixões soma o terceiro jogo consecutivo sem perder e é 12.º classificado, com 32 pontos.

Já a Oliveirense leva três derrotas seguidas, sendo 18.º e última, com 27 pontos, a três do Portimonense, 17.º, e a cinco do Paços de Ferreira, 16.º, que ocupa a posição de acesso ao play-off de manutenção.

A equipa da casa teve uma entrada acutilante na partida e inaugurou o marcador ainda dentro do primeiro quarto de hora, numa excelente jogada coletiva, em que Cláudio Araújo viu a entrada de Serif Nhaga pela esquerda e serviu o ala, que rematou forte para o fundo das redes.

Após o primeiro golo, o conjunto de Matosinhos manteve o controlo do jogo, tendo, inclusive, duas tentativas aos ferros da baliza de Ricardo Ribeiro no primeiro tempo - por Amadu Baldé, aos 13, e Cláudio Araújo, aos 39.

Apesar de passar por momentos de dificuldade, a Oliveirense causou também problemas à defensiva contrária, particularmente aos 33 minutos, num lance em que Yefrei Rodríguez, a passe em rutura de Armando, falhou na 'cara' de Stefanovic.

Na metade complementar, o Leixões voltou a ser superior e, uma dezena de minutos após o reatamento, ampliou para 2-0 pelo recém-entrado Luccas Paraizo, na recarga a uma primeira finalização de Bica, que o guarda-redes visitante defendeu de forma incompleta.

Aos 69 minutos, Yefrei foi derrubado por Commey quando se isolava rumo à baliza dos 'bebés do mar', com o árbitro Hélder Malheiro a mostrar imediatamente um cartão vermelho direto ao defesa ganês.

Porém, mesmo em superioridade numérica, o conjunto de Oliveira de Azeméis nunca mostrou capacidade para 'virar' o resultado e os comandados de Carlos Fangueiro mantiveram, com relativa tranquilidade, a vantagem de dois golos até final.

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