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Para o Marquês é sempre em frente. Sporting cada vez mais perto do título

Gyokeres voltou aos golos e logo em dose dupla após cinco jogos sem marcar.

22 de abril de 2024 às 01:30

Um, dois, três, rumo ao Marquês. O Sporting segue em frente, não pára e muito menos precisa de indicações. Pote abriu a festa, Gyokeres reabriu o ketchup e Alvalade exultou com mais uma vitória categórica, a oitava consecutiva para os 80 pontos no campeonato. O ponto final é só uma questão de tempo.

Em dia de homenagem - até o equipamento foi uma referência aos 60 anos do triunfo na Taça das Taças -, não se pode dizer que tenha sido um Sporting à moda antiga, mas sim um Sporting à moda de Rúben Amorim.

Foi o treinador que descobriu em Geny Catamo um ala de luxo, que só não abriu o marcador devido à intervenção de Borevkovic em cima da linha. O V. Guimarães, surpreendentemente sem Jota Silva, bem recuou as linhas para segurar o Sporting. Lá o conseguiu durante meia hora. A mobilidade de Bragança abriu a muralha vitoriana e Pedro Gonçalves aproveitou uma sobra para encher a barriga. 1-0. Começa a festa.

Nota, no meio do caminho, para uma pequena lomba: Franco Israel sai da baliza de forma absurda e faz penálti: foi salvo por um fora de jogo imediatamente anterior. Ora então, segue, segue, segue.

E quem não pára é Viktor Gyokeres - mesmo nos cinco jogos que levava sem marcar. O sueco finalizou, em cima do intervalo, uma jogada coletiva de brilhantismo: três tabelas e bola no buraco. A tacada só não foi definitiva porque Gyokeres deu razão à teoria ronaldiana do ketchup: bisou e fechou o resultado. E aí, foi festa até ao fim. Uma festa que vai dar ao Marquês. É só continuar em frente.

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