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Emmanuel Macron destacou o "imenso orgulho para o país" protagonizado pelo PSG.
O Paris Saint-Germain (PSG) viveu este domingo um dia de intensa celebração após a renovação do título europeu de futebol, frente ao Arsenal, com celebrações diante de milhares de adeptos e receção no Palácio do Eliseu pelo presidente francês.
"Esta noite estamos extremamente orgulhosos, extremamente orgulhosos desta equipa do PSG, do seu presidente, do seu treinador, de toda a sua equipa técnica, do seu capitão e de todos os seus jogadores. Fizeram aquilo que pensávamos, que muitos julgavam inacessível. Fizeram-no com coração, com paixão. Fizeram-no fazendo vibrar Paris e todo o país", elogiou Emmanuel Macron.
No sábado, na final de Budapeste, o PSG, com Vitinha, Nuno Mendes e João Neves no onze inicial e Gonçalo Ramos a entrar aos 90+6, venceu o Arsenal, no desempate por penáltis (4-3), depois do empate 1-1 verificado no fim do tempo regulamentar e após o prolongamento.
Este domingo ao início da tarde, com atraso no programa, a comitiva começou por celebrar diante de muitos milhares no Campo de Marte, depois foi ao Palácio do Eliseu para cerimónia oficial com o chefe de Estado e por fim acabou no Estádio Parque dos Príncipes, no momento de celebração mais efusiva.
Emmanuel Macron destacou o "imenso orgulho para o país" protagonizado pelo PSG: "Não há nenhuma equipa no mundo que tenha tanto talento e tanta experiência acumulada. No fundo, o PSG seguiu os 'azuis' (seleção francesa) com duas estrelas (títulos). Agora, espero que a nossa seleção coloque uma terceira ao peito".
Apesar da alegria, Macron criticou os "inqualificáveis" episódios de violência "em Paris e em outras cidades" que se seguiram ao final do encontro.
"Isso não é futebol, não é desporto, não é o que nós gostamos. Portanto, obrigado aos nossos polícias, aos nossos guardas nacionais. Seremos implacáveis com aqueles que foram apanhados. Não queremos voltar a ver isto. Acabou. Estamos fartos" vincou.
Deixado o protocolo, o grupo dirigiu-se ao seu estádio onde muitos milhares não conseguiram entrar, nem por isso menos eufóricos, juntando-se ao fogo-de-artifício com que o grupo foi recebido.
"Não preciso de estar lá dentro. Estar aqui ao lado do Parque dos Príncipes é algo com que sempre sonhei", testemunhou Quentin Charbonnier, 24 anos, vindo da Borgonha.
Há um ano, a vítima na final foi o Inter de Milão, com os pupilos do treinador espanhol Luis Enrique a golearem por 5-0 na final de Munique.
Os jogadores foram recebidos com passadeira branca, vermelha e azul, as cores do clube, com os adeptos a acionarem fumos e a brandir bandeiras e telemóveis a acompanhar os campeões europeus em direção ao palco dos festejos.
"Trouxemos esta magnífica taça para vocês. No ano passado ganhámos a Liga dos Campeões, e este ano fizemos o 'back to back'! Construímos algo muito especial com esta equipa", clamou o presidente do clube, Nasser Al-Khelaïfi.
Até ao momento, este domingo as celebrações estão a decorrer de modo pacífico, ao contrário das horas que se seguiram ao desafio de sábado, com confrontos em Paris e várias outras cidades que resultaram em um morto, vários feridos, incluindo graves, e cerca de 200 detidos.
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