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Correio da Manhã

Desporto
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Relvado assusta mais do que a Espanha

Fernando Santos diz que mudança no banco espanhol não terá qualquer influência no jogo.
Sérgio Pereira Cardoso 15 de Junho de 2018 às 01:30
Seleção Nacional no treino de adaptação ao estádio de Sochi, na Rússia
Seleção Nacional no treino de adaptação ao estádio de Sochi, na Rússia
Seleção Nacional no treino de adaptação ao estádio de Sochi, na Rússia
Seleção Nacional no treino de adaptação ao estádio de Sochi, na Rússia
Seleção Nacional no treino de adaptação ao estádio de Sochi, na Rússia
Seleção Nacional no treino de adaptação ao estádio de Sochi, na Rússia
Seleção Nacional no treino de adaptação ao estádio de Sochi, na Rússia
Seleção Nacional no treino de adaptação ao estádio de Sochi, na Rússia
Seleção Nacional no treino de adaptação ao estádio de Sochi, na Rússia
Seleção Nacional no treino de adaptação ao estádio de Sochi, na Rússia
Seleção Nacional no treino de adaptação ao estádio de Sochi, na Rússia
Seleção Nacional no treino de adaptação ao estádio de Sochi, na Rússia
Seleção Nacional no treino de adaptação ao estádio de Sochi, na Rússia
Seleção Nacional no treino de adaptação ao estádio de Sochi, na Rússia
Seleção Nacional no treino de adaptação ao estádio de Sochi, na Rússia
No meio de tanta turbulência em torno de Portugal e Espanha, Fernando Santos garante que a equipa está confiante, mas nunca presunçosa. Entende que a ‘bomba’ da saída de Lopetegui terá influência zero e só pareceu mais preocupado quando subiu ao relvado, no treino de adaptação.

Aliás, o treinador português passou grande parte dos 15 minutos abertos à comunicação social a verificar o piso, afastado dos jogadores. E tem razão para tal. A resposta do tapete do Estádio Fisht - numa cidade de Sochi com máximas próximas dos 30 graus - não foi a melhor.

Pouco antes, na conferência de imprensa, a ‘bomba Lopetegui’ foi um dos temas centrais. "Do outro lado vai estar Hierro, de quem sou muito amigo. Não lhe desejo sorte, pelo contrário, mas que depois faça um excelente campeonato. É esse confronto que é importante. O resto é acessório", analisou. "A Espanha joga da mesma forma há 10 anos. Não espero nenhuma surpresa. O que é importante é que as equipas vão jogar, as estratégias estão montadas", acrescentou depois.

Recusando entregar pistas sobre essa mesma estratégia, Santos quer ‘matar o borrego’ de Portugal não entrar a ganhar em fases finais desde o Euro 2008. "A história é passado, importa é o presente. Estamos perante um enorme adversário, mas queremos ‘matar’, ou numa melhor palavra, acabar com a história de não conseguirmos vencer o primeiro jogo", frisou.

"Estamos física e mentalmente preparados. A equipa está confiante, sem presunção. Nunca temos isso. Respeitamos todos os adversários e uma equipa como a Espanha ainda mais. Podemos entrar em campo com a ambição natural de vencer este clássico", referiu.

Numa antevisão a um Portugal-Espanha, não se pode ficar sem falar de Ronaldo. "É um extraordinário capitão, um extraordinário jogador, que tem uma influência sempre decisiva quer em campo quer em treino no estágio", atirou, em resposta a um jornalista espanhol. "Apesar de longe, Portugal vai ter milhões nas praças e aqui mais de 1500 a apoiar a nossa equipa. Tem tudo para ser um bom jogo." Palavra de Santos.

"Sporting? Estamos todos concentrados e unidos" 
João Moutinho falou sobre os dois assuntos quentes que ‘abalam’ Espanha e Portugal. Primeiro, a saída de Lopetegui. "Efeito negativo não trará. Efeito positivo poderá trazer, mas a Espanha tem-se preparado da melhor forma possível", assegurou, logo falando sobre o possível impacto da crise do Sporting no balneário: "Já todos falámos disso. Isso não vai influenciar. Estamos todos focados, concentrados, unidos. Não estamos a pensar noutras coisas. Estamos sempre concentrados na seleção nacional e no que podemos dar pelos nossos objetivos."

Jornalistas de todo o mundo em busca de uma pergunta 
Chineses, japoneses, muitos sul-americanos. São de vários  países os jornalistas presentes nas conferências em busca de uma pergunta. Uma rádio de Goiânia (Brasil) conseguiu uma das raras questões.

Chegada com muita segurança e 30 adeptos ‘da casa’ 
Muita polícia e afastamento do hotel de jornalistas e de 30 ‘adeptos’ russos que quiseram cumprimentar a Seleção. Foi tranquila a chegada da equipa a Sochi, com 28 graus, mais 12 do que em Kratovo.

‘Macaco’ em sochi para apoiar a seleção nacional
Fernando Madureira, chefe da claque Super Dragões, está em Sochi para apoiar a Seleção. ‘Macaco’ publicou uma fotografia a segurar uma bandeira com a seguinte frase: "Sonhar é humano.".






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