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Sexo em saldos para atletas olímpicos

Prostitutas aceitam trabalhar de graça se o atleta for famoso.

31 de julho de 2016 às 04:15

As prostitutas de Vila Mimosa, bairro próximo do centro da cidade do Rio de Janeiro (Brasil) e do Complexo do Maracanã, colocaram os preços dos serviços que prestam em saldos para os atletas que vão participar nos Jogos Olímpicos.

Segundo algumas profissionais do sexo, o negócio está em crise e esta ação promocional visa minimizar perdas. "Faria um ‘programa’ de graça se um atleta famoso viesse aqui e nos desse um pouco de publicidade. Vamos esperar que o Usain Bolt [velocista jamaicano] nos dê uma chance", refere mesmo uma das prostitutas à imprensa brasileira.

Segundo os panfletos de serviços, meia hora de sexo, que antes custava 75 reais (cerca de 20 euros) custa agora 40 reais (cerca de 11 euros). O objetivo das mulheres é atrair não só os atletas mas também turistas (são esperados cerca de 500 mil no Rio durante a competição).

A prostituição é uma prática legal no Brasil, mas não é permitido ter um estabelecimento aberto ao público. Por isso, as autoridades brasileiras vão estar especialmente atentas ao que se passa em Vila Mimosa. Há suspeitas de que bares e salas de jogos no local, onde há cerca de três mil prostitutas, funcionem como fachada para o negócio do sexo.

Os Jogos Olímpicos arrancam no próxima quarta-feira com o torneio feminino de futebol e a cerimónia oficial de abertura acontece na sexta-feira.

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