Mestre da guitarra portuguesa gostava de ensinar a sua arte a José Mourinho, para engrandecer o seu trabalho a divulgar Portugal. Chainho Trocava as missões diplomáticas pelos fados e guitarradas
António Chainho nasceu em 1938 no Alentejo. Por influência musical dos pais, iniciou-se na guitarra aos oito anos e no fado aos 13. Em moçambique, onde Cumpriu serviço militar, iniciou a carreira artística. De regresso a Portugal, apostou na guitarra portuguesa, que levou aos quatro cantos do mundo.
Dedicado de corpo e alma à divulgação da guitarra portuguesa, Mestre António Chainho criou a primeira escola do género em Lisboa, outra em Santiago do Cacém e abre agora um centro em Grândola. "Em três aulas, pessoas que não sabiam tocar já tocam o ‘Grândola Vila Morena’", diz com satisfação. Destacou-se com atuações instrumentais, decidiu mesclar a guitarra portuguesa com música de outras paragens e tocou ao lado de grandes vozes internacionais. Depois de desvendar a sua essência com ‘A Guitarra e outras mulheres’ (1998) e lança agora ’António Chainho Entre Amigos".
*A resposta escolhida surge a sublinhado.
"Durante muito tempo a guitarra portuguesa esteve subjugada ao fado. Foi necessário libertá-la e acho que consegui." A frase é sua e com ela quis dizer que:
a) Lhe dei corda para que voasse sozinha
b) Fiz uma pequena revolução na música portuguesa
c) Dei também ao guitarrista o espaço que este merecia
d) Outra hipótese: Quis divulgar a guitarra portuguesa em Portugal e no estrangeiro e abri-la a outros géneros musicais
Nasceu no concelho de Santiago do Cacém, no Alentejo, numa aldeia onde todos tocam guitarra. Se pudesse alterar o local e nascimento e inspiração musical escolhia...
a) Nova Orleães, para ser um nome maior do jazz
b) Sevilha, para dedilhar o flamenco
c) Brasil, adoro a Bossa Nova
d)Outra hipótese: S. Francisco... da Serra (a minha aldeia)
Imagine que Portugal decidia trocar os diplomatas por um símbolo da nossa cultura. Nas missões ao estrangeiro optava por enviar...
a) O fado e a guitarra portuguesa, sempre
b) A Torre de Belém, símbolo da nossa volta pelo Mundo
c) ‘Os Lusíadas’, de Luís Vaz de Camões. A história narrada perdura por gerações
Se definisse o som da guitarra portuguesa por palavras escolhia...
a) Destino: continuamos a ser comandados por algo que nos supera
b) Lamento: pela nossa triste sina de estar, irremediavelmente, no canto da Europa
c) Glória: é um cantar que eterniza a nossa grandeza
Imagine que era convidado a dar aulas de guitarra portuguesa a uma grande figura internacional...
a) Escolhia Angela Merkel, a chanceler alemã, para que assim entendesse melhor a alma portuguesa
b) Barack Obama, presidente dos EUA, para conquistar um auditório de milhões de ouvintes.
c) Papa Francisco, para com a nossa música continuar a evangelização do Mundo
d) Outra hipótese: José Mourinho, pelo trabalho que tem desenvolvido a promover o nosso país
Se fosse convidado para dirigir a Secretaria de Estado da Cultura destinava uma verba avultada para ...
a) Criar uma reforma de 15 mil euros para todos os artistas
b) Abrir uma escola de guitarra portuguesa em vila portuguesa
c) Instituir o ensino obrigatório da música a partir dos cinco anos, com a inclusão da guitarra portuguesa
Era-lhe dada a oportunidade de voltar a eleger ‘O Grande Português’...
a) Mantinha a eleição do povo português no programa da RTP: António de Oliveira Salazar
b) O compositor e guitarrista Carlos Paredes
c) O rei D. Afonso Henriques
d) Outra hipótese: Escolhia Armandinho, por ter elevado a guitarra portuguesa de fado numa época (início do século XX) em que estava estagnada
Tem atuado em vários países, sempre a tocar guitarra portuguesa. Os estrangeiros ouvem-no como...
a) Um arauto da mistura de culturas que nos fez ser portugueses
c) Um mensageiro dos bravos lusitanos
Se viajasse para uma ilha deserta levava na bagagem:
b) Um telemóvel
c) Um bilhete de regresso
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