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Artigo exclusivo

Avisos ignorados repetem tragédia em Portugal

Fuga desenfreada volta a fazer mortes. Ninguém sabia como agir.

18 de outubro de 2017 às 01:30

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Parlamento, primeiro-ministro, , Pedrógão, GNR, EN236, António Costa, Autoridade Nacional da Proteção Civil, incêndio, fogo, tragédia, mortos, estrada da morte, SIRESP
Parlamento, primeiro-ministro, , Pedrógão, GNR, EN236, António Costa, Autoridade Nacional da Proteção Civil, incêndio, fogo, tragédia, mortos, estrada da morte, SIRESP Getty Images
Parlamento, primeiro-ministro, , Pedrógão, GNR, EN236, António Costa, Autoridade Nacional da Proteção Civil, incêndio, fogo, tragédia, mortos, estrada da morte, SIRESP
Parlamento, primeiro-ministro, , Pedrógão, GNR, EN236, António Costa, Autoridade Nacional da Proteção Civil, incêndio, fogo, tragédia, mortos, estrada da morte, SIRESP Carlos Barroso
Indícios de fogo posto em Pedrógão Grande
Indícios de fogo posto em Pedrógão Grande Getty Images
Casa ardida em Pedrógão Grande
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No domingo, quando o incêndio que fustigou a região Norte e Centro matou mais de 40 pessoas, repetiram-se os erros de Pedrógão. O relatório da Comissão Técnica Independente, que já era conhecido, alertava, por exemplo, para a necessidade de avisar as pessoas que não deviam tentar fugir para as estradas.

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