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Amnistia Internacional denuncia repressão dos países do Golfo contra liberdade de expressão

Mais de mil pessoas foram presas pelas autoridades dos países do Golfo Pérsico por expressarem as suas opiniões sobre a Guerra Irão-Iraque.

01 de junho de 2026 às 08:35

Mais de mil pessoas foram presas pelas autoridades dos países do Golfo Pérsico por expressarem as suas opiniões sobre a Guerra Irão-Iraque ou por publicarem imagens de ataques iranianos na região, numa "repressão generalizada", segundo a Amnistia Internacional.

A organização aponta os países do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) --- Kuwait, Bahrein, Emirados Árabes Unidos (EAU), Catar, Arábia Saudita e Omã --- como responsáveis por "criminalizar indiscriminadamente a troca de informações", segundo a diretora regional da Amnistia Internacional (AI) para o Médio Oriente e Norte da África, Heba Morayef.

Para a responsável, esta criminalização das autoridades do Golfo Pérsico acontece por razões praticamente cosméticas, "a fim de protegerem a sua imagem imaculada de refúgios seguros".

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