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Trump diz que não precisa de autorização do Congresso para guerra no Irão porque "hostilidades terminaram"

Presidente dos EUA argumenta que cessar-fogo suspende a aplicação da legislação que limita a atuação presidencial em tempo de guerra.

01 de maio de 2026 às 20:12

Donald Trump, presidente dos EUA, afirmou esta sexta-feira, em declarações à imprensa, que considera "inconstitucional" solicitar autorização do Congresso para continuar as operações militares relacionadas com o conflito no Irão, argumentando que o atual cessar-fogo suspende a aplicação da legislação que limita a atuação presidencial em tempo de guerra.

Em cartas enviadas à Câmara dos Representantes e ao Senado, Trump declarou que as hostilidades entre as forças norte-americanas e o Irão terminaram a 7 de abril de 2026, data em que ordenou um cessar-fogo de duas semanas, entretanto prolongado. Segundo o presidente norte-americano, desde então "não houve troca de fogo entre as Forças dos Estados Unidos e o Irão".

Apesar disso, Trump sublinhou que "a ameaça colocada pelo Irão aos Estados Unidos e às Forças Armadas norte-americanas continua significativa", prometendo manter os líderes do Congresso informados sobre futuros desenvolvimentos.

A posição surge numa altura em que aumentam as pressões sobre o Congresso para votar uma autorização formal para o uso da força militar. A Lei dos Poderes de Guerra, aprovada em 1973, determina que o presidente deve procurar aprovação parlamentar quando um conflito militar em curso ultrapassa os 60 dias. Esse prazo foi atingido esta semana.

Os ataques militares norte-americanos ao Irão começaram oficialmente a 28 de fevereiro, embora a administração Trump só tenha notificado o Congresso a 2 de março, iniciando então a contagem legal dos 60 dias.

À saída da Casa Branca, Trump reforçou a sua posição perante os jornalistas, afirmando que nunca foi necessário pedir autorização ao Congresso em situações semelhantes. "Nunca foi usada antes. Porque haveríamos de ser diferentes?", questionou.  

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