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Cotrim Figueiredo sente "cheiro a mudança" no país entre aromas de maça e jasmim em fábrica de velas

Pela primeira vez nesta corrida a Belém, Cotrim visitou uma empres de cariz familiar para enaltecer e reconhecer o trabalho de organizações deste tipo.

08 de janeiro de 2026 às 15:47

Entre os aromas a maçã, frutos vermelhos ou jasmim da fábrica de velas, cosméticos e difusores Manulena, em Porto de Mós, o candidato presidencial Cotrim Figueiredo disse estar a sentir um "cheiro a futuro e mudança" no país.

"Hum, cheira a futuro", atirou o eurodeputado, enquanto cheirava uma vela branca entre os milhares que estavam a ser produzidas na fábrica, fundada em 1968, no distrito de Leiria.

Durante a vista, que durou mais de uma hora e permitiu ver todo o processo de fabrico, o antigo líder da IL garantiu, depois de um dos proprietários revelar a ambição de aumentar o espaço, que, tão breve quanto possível, viria fazer a inauguração como Presidente da República.

"Membros da Casa Civil não se esqueçam desta promessa porque eu cumpro o que digo", afirmou, enquanto, ao lado, se ouvia "sim, depois vem cá já como Presidente da República".

Entre os muitos corredores, prateleiras e armazéns, onde se observavam os mais diversos formatos de velas e embalagens de cremes, Cotrim Figueiredo parou na zona dos moldes e decidiu arriscar a meter a "mão na massa".

Pegou numa caneca com cera e verteu-a para um molde, que a funcionária já estava a encher, dizendo que há hábitos que podem ser moldados de novo desde que se tenha cuidado.

"Este molde demora três a quatro horas a ficar pronto, o país pode demorar um pouco mais, mas tenho a certeza de que estamos a fazer a coisa certa", disse.

À medida que ia ouvindo as explicações de uma engenheira química, sobretudo sobre as velas utilizadas para massagens, Cotrim Figueiredo confessou estar a precisar de uma, quando ainda falta mais de uma semana para as eleições de 18 de janeiro.

Das velas da linha de SPA, a conversa foi parar à criação de novos produtos com a engenheira química a explicar que quando algum cliente pede, a título de exemplo, um champô anti-queda ou um antirrugas imagina, pensa e faz.

"Ouviram, pensa, imagina e faz", assinalou Cotrim Figueiredo destacando o verbo imaginar que é aquele utilizado como `slogan´ da sua campanha -- Imagina Portugal.

Pela primeira vez nesta corrida a Belém, Cotrim Figueiredo visitou uma empresa, neste caso de cariz familiar, para enaltecer e reconhecer o trabalho de tantas empresas como esta com dezenas de anos de existência que tem conseguido, através da capacidade de adaptação e de inovação, não só manter-se viavelmente no mercado, como conquistar mercados que muitas das pessoas considerariam difíceis, como seja, produzir para grandes marcas internacionais no segmento das velas.

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