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Putin diz que ofensiva russa na Ucrânia não será travada

Presidente da Rússia promete cumprir “objetivos nobres” da invasão.

13 de abril de 2022 às 01:30
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Putin diz que ofensiva russa na Ucrânia não será travada

O Presidente russo afirmou, esta terça-feira, que a Rússia conseguirá alcançar os seus “objetivos nobres” na Ucrânia e garantiu que o Ocidente não isolará o seu regime, pois “é impossível isolar alguém no Mundo moderno”.

Na primeira intervenção pública após uma semana de silêncio, Vladimir Putin disse ainda que as negociações de paz estão paradas e culpou a Ucrânia. Putin alega que o Governo de Kiev se desviou dos acordos de Istambul, deixando o processo de paz “num impasse” difícil de superar. Sobre as sanções à Rússia, comparou-as a uma guerra-relâmpago, usando o termo da campanha nazi na II Guerra Mundial. “O Blitzkrieg com o qual contavam os inimigos da Rússia não funcionou”, disse.

Nada travará a Rússia até controlar o Donbass, garantiu o líder russo, alegando que a invasão visou “salvar pessoas e garantir a segurança da Rússia”, objetivos que classificou como “claros e nobres”. Em sua opinião, a Rússia não teve alternativa, pois tinha de defender os falantes de russo do Leste da Ucrânia e impedir que o país vizinho se tornasse um foco de ação antirrussa que pudesse ser usado como trampolim pelos inimigos de Moscovo.

Quanto aos massacres imputados à Rússia, com destaque para o de Bucha, disse que são tão “falsos” como o foram as acusações de ataques químicos feitas ao presidente sírio, Bashar al-Assad. Sobre a guerra na Síria, disse ainda que foram os EUA a fazer massacres e referiu Raqqa, controlada pelo Daesh: “Viram como essa cidade foi reduzida a escombros pelos aviões americanos? Cadáveres ficaram nas ruínas a decompor-se durante meses e ninguém se importou com isso”, disse.

O Presidente russo afirmou, esta terça-feira, que a Rússia conseguirá alcançar os seus “objetivos nobres” na Ucrânia e garantiu que o Ocidente não isolará o seu regime, pois “é impossível isolar alguém no Mundo moderno”.

Na primeira intervenção pública após uma semana de silêncio, Vladimir Putin disse ainda que as negociações de paz estão paradas e culpou a Ucrânia. Putin alega que o Governo de Kiev se desviou dos acordos de Istambul, deixando o processo de paz “num impasse” difícil de superar. Sobre as sanções à Rússia, comparou-as a uma guerra-relâmpago, usando o termo da campanha nazi na II Guerra Mundial. “O Blitzkrieg com o qual contavam os inimigos da Rússia não funcionou”, disse.

Nada travará a Rússia até controlar o Donbass, garantiu o líder russo, alegando que a invasão visou “salvar pessoas e garantir a segurança da Rússia”, objetivos que classificou como “claros e nobres”. Em sua opinião, a Rússia não teve alternativa, pois tinha de defender os falantes de russo do Leste da Ucrânia e impedir que o país vizinho se tornasse um foco de ação antirrussa que pudesse ser usado como trampolim pelos inimigos de Moscovo.

Quanto aos massacres imputados à Rússia, com destaque para o de Bucha, disse que são tão “falsos” como o foram as acusações de ataques químicos feitas ao presidente sírio, Bashar al-Assad. Sobre a guerra na Síria, disse ainda que foram os EUA a fazer massacres e referiu Raqqa, controlada pelo Daesh: “Viram como essa cidade foi reduzida a escombros pelos aviões americanos? Cadáveres ficaram nas ruínas a decompor-se durante meses e ninguém se importou com isso”, disse.

Russos acusados de violar e engravidar menores

As tropas russas são acusadas de violar centenas de mulheres e raparigas, muitas delas menores, nas cidades ocupadas. Só em Bucha, 25 jovens terão sido repetidamente abusadas durante semanas de cativeiro, tendo nove delas ficado grávidas. A responsável da ONU Mulheres, Sima Bahous, garantiu que as alegações serão investigadas, pois são um preocupante indício da "brutalidade contra os civis" e do uso da violação como arma de guerra.

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