Governo de Maduro denuncia "gravíssima agressão militar" por parte dos EUA na Venezuela e declara estado de emergência
Governo venezuelano afirmou que ataques na madrugada deste sábado ocorreram em Caracas, bem como nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, e acusa os EUA de "agressão imperialista".
O governo da Venezuela acusou os EUA de atacar instalações civis e militares após terem sido noticiadas pelo menos sete explosões por volta das 2h da manhã, horário local, este sábado, na capital Caracas. "A Venezuela repudia a gravíssima agressão militar levada a cabo pelo atual governo dos EUA contra o território e a população venezuelano nas localidades civis e militares de Caracas", lê-se no comunicado citado pela Associated Press.
O governo venezuelano afirmou que os ataques ouvidos na madrugada deste sábado ocorreram em Caracas, bem como nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Caracas, tendo também acusado Washington de orquestrar o ataque, numa tentativa de se apoderar dos recursos petrolíferos e minerais do país, prometendo que tais esforços "não terão sucesso", refere o comunicado oficial.
"Todo o país se deve mobilizar para derrotar esta agressão imperialista", dizia o comunicado do governo, acrescentando um apelo por uma reunião imediata do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
O comunicado refere ainda que o presidente Nicolás Maduro “ordenou a implementação de todos os planos de defesa nacional” e declarou "estado de perturbação externa". O estado de emergência confere o poder de ampliar o papel das forças armadas.
A Casa Branca ainda não veio prestar qualquer comentário acerca do sucedido.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt