Procuradoras pedem prisão preventiva sem fiança para Villar e restantes detidos

Presidente da Federação Espanhola de Futebol e filho foram detidos na terça-feira.

20 de julho de 2017 às 16:34
Idade Média, presidente da Federação Espanhola de Futebol, Ramón Hernández Bassou, Ángel María Villar, RFEF, CSD, Gorka Villar, Juan Padrón, secretário, Soule, Guardia Civil, UCO, FEF, Cidade do Futebol, Las, Rozas, Madrid, presidente da RFEF, Gorka Villar Foto: Getty Images
Idade Média, presidente da Federação Espanhola de Futebol, Ramón Hernández Bassou, Ángel María Villar, RFEF, CSD, Gorka Villar, Juan Padrón, secretário, Soule, Guardia Civil, UCO, FEF, Cidade do Futebol, Las, Rozas, Madrid, presidente da RFEF, Gorka Villar Foto: Getty Images
Ángel Maria Villar Foto: Getty Images
Idade Média, presidente da Federação Espanhola de Futebol, Ramón Hernández Bassou, Ángel María Villar, RFEF, CSD, Gorka Villar, Juan Padrón, secretário, Soule, Guardia Civil, UCO, FEF, Cidade do Futebol, Las, Rozas, Madrid, presidente da RFEF, Gorka Villar Foto: Getty Images

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A procuradoria anticorrupção espanhola pediu esta quarta-feira prisão preventiva, sem fiança, para o presidente da Federação Espanhola de Futebol (RFEF) e para o seu filho, por eventual prejuízo de cerca de 45 milhões de euros ao organismo.

As procuradoras Inmaculada Violán e Esther González pediram ainda ao juiz Santiago Pedraz que, além de José Maria Villar e seu filho, Gorka Villar, determine igual medida ao presidente da federação de Tenerife, Juan Padrón.

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Segundo revelaram à agencia espanhola EFE fontes judiciais, Angel Maria Villar foi questionado sobre as operações verificadas entre a RFEF e a empresa Santa Mónica Sports, bem como sobre o seu patrimómio e questões de índole profissional.

Fontes judiciais disseram ainda à EFE que, depois de cumpridos os trâmites para a adoção das medidas cautelares, o juiz da Audiencia Nacional vai decidir se decreta a pena de prisão.

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Angel Maria Villar, o seu filho e os outros dois detidos nesta operação - Padrón e o secretário da federação de Tenerife, Ramón Hernández Bausson - foram transferidos esta manhã pela 'Guardia Civil' para a sede da Audiencia Nacional, depois de terem sido detidos na terça-feira.

Com 67 anos, Villar, que lidera o futebol espanhol há cerca de três décadas, e os restantes detidos são suspeitos de administração desleal, apropriação indevida, corrupção entre particulares, falsificação de documentos e ocultação de bens, crimes relativos à organização de partidas internacionais.

Em causa estão alegados benefícios concedidos a empresas do filho de Ángel Villar, relacionados com jogos internacionais disputados pela seleção espanhola de futebol com outras equipas congéneres.

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