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Correio da Manhã

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Cinco anos após acidente de Schumacher continua o secretismo

Piloto quis desaparecer e só os familiares mais próximos conhecem o verdadeiro estado de saúde do antigo campeão.
3 de Dezembro de 2018 às 19:50
Michael Schumacher
Filho de Michael Schumacher, sagra-se campeão europeu de Fórmula 3
Corinna Schumacher
Corinna e Michael Schumacher
Michael Schumacher
Michael Schumacher
Michael Schumacher
Michael Schumacher
Michael Schumacher
Filho de Michael Schumacher, sagra-se campeão europeu de Fórmula 3
Corinna Schumacher
Corinna e Michael Schumacher
Michael Schumacher
Michael Schumacher
Michael Schumacher
Michael Schumacher
Michael Schumacher
Filho de Michael Schumacher, sagra-se campeão europeu de Fórmula 3
Corinna Schumacher
Corinna e Michael Schumacher
Michael Schumacher
Michael Schumacher
Michael Schumacher
Michael Schumacher
Foi a 29 de dezembro de 2013 que a vida de Michael Schumacher tal como ele a conhecia mudou radicalmente. O piloto, que foi sete vezes campeão do Mundial de Fórmula 1, sofreu um trágico acidente ao cair na estação de ski francesa de Méribel, nos Alpes franceses. Uma lesão cerebral traumática com hematomas intracranianos e edema cerebral difuso colocaram-no fora das pistas. 

Desde então que a saúde do atleta foi envolvida em muito mistério e secretismo. Poucos sabem a verdadeira condição de Michael Schumacher. 

O porta-voz do piloto indicou em 2016 que o alemão desejava "desaparecer" e iria respeitar os seus desejos e não revelar informação sobre Schumacher. 

"De uma forma geral a imprensa nunca teve grande acesso à vida privada do Michael e da Corinna. Quando ele estava na Suíça, por exemplo, tornava-se óbvio que não queria ser incomodado. Uma vez, numa longa conversa disse-me 'não precisas de me telefonar no próximo ano, vou desaparecer'. Acho que poder desaparecer um dia era o seu sonho secreto. É por isso que eu faço de tudo para que os seus desejos sejam cumpridos e não deixo que nada transpareça", disse Sabine Kehm citado pelo jornal Mirror. 

A situação familiar é complicada uma vez que os custos médicos para cuidar do ex-piloto têm vindo a crescer. Estima-se que o custo total entre materiais e pessoal médico que mantêm o piloto vivo é de aproximadamente 150 mil euros semanais.


Apesar dos elevados custos e de o longo percurso de recuperação do piloto, a família não perde a esperança de poder ver em Michael um "milagre médico". 

Depois de sair do coma, Schumacher recuperou alguns músculos. Chegou a ser indicado que o antigo piloto estaria a pesar 45 quilos para seus 1,74 metros de altura. 

Um dos poucos testemunhos foi do arcebispo Georg Gänswein. Na revista alemã Bunte deu pequenos detalhes sobre uma visita que aconteceu em 2016.

"Eu sentei à frente dele, toquei-o com as duas mãos e olhei para ele, o rosto dele, como todos sabemos, é o rosto típico de Michael Schumacher, só ficou um pouco mais cheio", disse o arcebispo alemão acrescentando que Michael tinha muita gente que o amava a cuidar dele. 

Para fazer face às despesas, a mulher de Schumacher viu-se obrigada a vender a casa que o casal possuía na Noruega e o carro Rolls Royce Phanton com a assinatura de Schumacher. 

O sucessor de Michael Schumacher 
Mick Schumacher segue agora as pisadas do pais nas pistas de Fórmula 3. O jovem sagrou-se sagrou-se campeão europeu de Fórmula 3, no circuito de Hockenheim, na Alemanha, em outubro.

O piloto alemão, que iniciou a sua carreira em 2008 com o nome de Mick Betsch (nome de solteira da mãe), teve um início de época discreto, mas acabou por vencer oito das últimas 15 corridas. 
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