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Correio da Manhã

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Cunhado do rei de Espanha mais perto da prisão

Supremo reduziu a pena de Iñaki Urdangarin, mas confirmou condenação anterior.
Ricardo Ramos 13 de Junho de 2018 às 01:30
O marido da infanta Cristina, Inaki Urdangarin
Urdangarin foi condenado por desvio de fundos, fraude e branqueamento
Infanta Cristina e Inaki Urdangarin
Iñaki Urdangarin
Iñaki Urdangarin, genro do rei de Espanha, e a sua mulher, infanta Cristina
O marido da infanta Cristina, Inaki Urdangarin
Urdangarin foi condenado por desvio de fundos, fraude e branqueamento
Infanta Cristina e Inaki Urdangarin
Iñaki Urdangarin
Iñaki Urdangarin, genro do rei de Espanha, e a sua mulher, infanta Cristina
O marido da infanta Cristina, Inaki Urdangarin
Urdangarin foi condenado por desvio de fundos, fraude e branqueamento
Infanta Cristina e Inaki Urdangarin
Iñaki Urdangarin
Iñaki Urdangarin, genro do rei de Espanha, e a sua mulher, infanta Cristina
O Supremo Tribunal espanhol reduziu esta terça-feira a pena de Iñaki Urdangarin em cinco meses mas, confirmou a sua condenação anterior por fraude e desvio de fundos no ‘Caso Nóos’, deixando o cunhado do rei de Espanha mais perto da prisão.

Urdangarin, que é casado com a infanta Cristina, viu o Supremo reduzir-lhe a pena para cinco anos e 10 meses de cadeia, em vez dos seis anos e três meses a que tinha sido condenado em primeira instância pelo tribunal de Palma de Maiorca, em fevereiro de 2017.

O Supremo considerou provados os crimes de desvio de fundos, prevaricação, fraude administrativa, evasão fiscal e tráfico de influências mas, ilibou-o do crime de falsificação documental por falta de provas.

Urdangarin e o sócio, Diego Torres, que viu igualmente confirmada a sentença, devem comparecer esta quarta-feira perante o juiz para receber a ordem de entrada na prisão mas, podem ainda interpor um recurso de amparo ao Tribunal Constitucional, o que poderá adiar a sua detenção por alguns meses ou, em caso de o recurso ser aceite, por alguns anos.

No entanto, essa hipótese é pouco provável, até porque, na maioria dos casos em que a condenação ultrapassa os cinco anos de cadeia, o Constitucional costuma decretar a entrada imediata na cadeia enquanto o caso é apreciado pelos juízes.
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