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Delcy Rodríguez celebra regresso ao FMI como "passo muito importante"

Presidente interina afirma que país está a normalizar "todos os processos que envolvem os direitos da Venezuela no organismo e responsabilidades".

17 de abril de 2026 às 07:51

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, celebrou o restabelecimento das relações com o Fundo Monetário Internacional (FMI), que afirmou tratar-se de um "passo muito importante" para a economia do país.

Numa transmissão do canal estatal Venezolana de Televisión (VTV), a líder venezuelana agradeceu à diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, e afirmou que o país sul-americano está a normalizar "todos os processos que envolvem os direitos da Venezuela no organismo e responsabilidades".

"É um passo muito importante para a economia venezuelana, mas também pelo que a Venezuela significa para a nossa região. Foi uma grande conquista da diplomacia venezuelana e quero ainda agradecer a todos os países, a todos os governos que se juntaram a este impulso do regresso da Venezuela ao Fundo Monetário Internacional", afirmou Rodrígues.

A líder venezuelana agradeceu ao Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, e a "todas as equipas que também estiveram envolvidas" no regresso da Venezuela à organização financeira sediada em Washington.

Além disso, a dirigente, que assumiu o cargo após a captura de Nicolás Maduro em janeiro em Caracas pelos Estados Unidos, agradeceu ao Brasil, aos Emirados Árabes Unidos e ao Qatar, que também "colaboraram em todo este processo".

O FMI anunciou na quinta-feira o restabelecimento das relações com a Venezuela sob a administração da presidente interina, Delcy Rodríguez, após as ter suspenso em 2019, indicou Georgieva.

A decisão foi tomada em consonância com "as opiniões dos membros do Fundo Monetário Internacional, que representam a maioria do poder de voto total do FMI", de acordo com o comunicado oficial divulgado pela instituição.

O Fundo recordou ainda que a Venezuela é membro da instituição desde 1946, mas que as relações com o país foram suspensas em março de 2019, quando o organismo decidiu interromper os contactos "devido a questões de reconhecimento do governo".

A decisão foi anunciada durante as Reuniões da Primavera do FMI e do Banco Mundial, que tiveram início a 13 de abril e terminam este sábado.

Também na quinta-feira, o Grupo do Banco Mundial (BM) informou que foi formalizado o restabelecimento das relações com o Governo venezuelano.

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