Autópsia e declarações do médico legista tornam o caso uma quebra-cabeças intemporal.
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O filho de Robert F. Kennedy revelou o nome do verdadeiro assassino que matou o pai, 50 anos após a sua morte.
Robert F. Kennedy, senador dos Estados Unidos e irmão do antigo presidente norte-americano John F. Kennedy, foi assassinado em 1968 num hotel em Los Angeles, onde discursava. O político, na altura com 46 anos, foi atingido por três tiros por Sirhan Sirhan, um imigrante palestino, durante uma campanha presidencial.
Sirhan Sirhan foi condenado à morte, sentença que mais tarde passou para pena de prisão perpétua (após a abolição da pena de morte). Agora, Robert Kennedy Jr utilizou a rede social Instagram para confessar que o verdadeiro assassino do pai foi o segurança do hotel, Thane Eugene Cesar.
Embora Sirhan também tenha disparado contra o político norte-americano. Kennedy Jr acredita que os tiros fatais foram disparados por Thane, que estava nas costas de Robert a segurar-lhe no braço.
"Evidências convincentes sugerem que Thane Eugene Cesar matou o meu pai. Em 5 de junho de 1968, Cesar, um funcionário de uma secção classificada das instalações da Lockheed em Burbank, trabalhava como segurança no Ambassador Hotel, um emprego que tinha conseguido cerca de uma semana antes", começa por contar.
Robert acredita que foi Thane quem levou o pai em direção a Sirhan, que o esperava na cozinha do hotel após o discurso. No local estavam 77 testemunhas que dizem ter visto Sirhan a disparar dois tiros contra Kennedy de uma distância de 3 a 6 metros.
A resolução do crime torna o caso um quebra-cabeças intemporal após ser revelada a autópsia de Robert F. Kennedy. De acordo com a publicação, o médico legista Thomas Noguchi chegou à conclusão que os três tiros que atingiram Kennedy foram "tiros de contacto disparados por trás".
Após o assassinato, Thane vendeu a arma do crime e mentiu à polícia alegando que se tinha desfeito da arma meses antes do assassinato.
Robert F. Kennedy foi morto cinco anos após a morte do irmão, o 35º presidente dos EUA John Fitzgerald Kennedy (conhecido como JFK), e seis meses após o homicídio do ativista de direitos civis Martin Luther King.
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