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Londres teme ataque

Morte de 25 turistas britânicos na Tunísia eleva níveis de ameaça.

01 de julho de 2015 às 10:57

Londres acordou esta terça-feira em estado de sítio, com mil polícias, elementos das forças de segurança e dos serviços de emergência e espiões nas ruas. Estradas cortadas, figurantes no chão e militares armados simularam a maior operação antiterrorismo realizada na cidade, com vista a testar a resposta a um potencial ataque na capital britânica, uma semana antes do 10.º aniversário do atentado ao metro, que em 2005 vitimou 52 pessoas. As operações foram feitas em vários pontos da cidade, muitos deles fora da visão do público. Um dos locais ‘atacado’ foi uma estação de metro desativada no centro de Londres.

O Reino Unido está em alerta máximo depois de um ataque terrorista na estância de férias de Sousse, na Tunísia, ter originado a morte de 39 pessoas, a maioria das quais turistas britânicos. Apesar de o simulacro de dois dias ter sido planeado há seis meses, na sequência dos ataques em Paris, quando jihadistas mataram 17 pessoas, ganhou novo impacto com o terror na Tunísia.

"O exercício vai ao limite mais extremo do que pode acontecer, para nos assegurarmos de que estamos preparados para o pior", frisou a vice-comissária e assistente da Polícia Metropolitana de Londres. Maxine de Brunner acrescentou que esta operação envolveu as autoridades dos transportes, o governo local e o Ministério da Defesa.

Também o primeiro-ministro britânico, David Cameron, disse no Parlamento que o exercício iria "testar e refinar a preparação do Reino Unido para lidar com um grave ataque terrorista" e alertou a população para os perigos de um atentado.

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