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Correio da Manhã

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O estranho cumprimento entre Putin e o príncipe saudita que está a correr mundo

Episódio relaxado ocorreu na abertura da cimeira do G20, em Buenos Aires, na Argentina.
1 de Dezembro de 2018 às 00:26
O estranho cumprimento entre Putin e o príncipe saudita que está a correr mundo
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O estranho cumprimento entre Putin e o príncipe saudita que está a correr mundo
Na abertura da cimeira do G20, em Buenos Aires, na Argentina, vários líderes evitaram cumprimentar Mohammed bin Salman.

Mas o presidente da Rússia, Vladimir Putin, deu com entusiasmo um 'dá cá mais cinco' ao príncipe herdeiro da Arábia Saudita.

O momento foi captado em vídeo e as redes sociais não ficaram indiferentes.



O Presidente argentino pediu aos líderes munidas que demonstrem "o mesmo sentido de urgência que em 2008", quando o início destas cimeiras coincidiu com uma grave crise financeira global, ao considerar que nos anos recentes "emergiram tensões" e existe necessidade de "promover o diálogo".

"Promover o diálogo que respeite as diferenças e impulsione ações baseadas em interesses partilhados", assinalou Macri perante os líderes do G20, onde se incluem Donald Trump (EUA), Vladimir Putin (Rússia) e Xi Jinping (China).

"Nestes anos, as alterações e as circunstâncias sociais, políticas e económicas a nível global e nos nossos países levaram a questionar sobre as funções dos mecanismos multilaterais contemporâneos, incluindo o G20, e emergiram tensões entre os nossos países sobre a visão de como encarar individualmente as oportunidades e desafios globais", assinalou.

Durante dois dias, os líderes das 20 principais economias do mundo e dos países emergentes vão debater em Buenos Aires os temas mais relevantes da agenda global, num momento de fortes tensões comerciais entre os Estados Unidos e potências como a China e União Europeia, e por conflitos político-diplomáticos cruciais, em particular o que opõe a Rússia à Ucrânia.

Na sua intervenção, Macri, que se confronta com uma grave crise económica e crescentes protestos sociais na Argentina, evocou Nelson Mandela e pediu para que seja seguida a sua proposta de acabar com a pobreza no mundo "até 2030".



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