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Partido Comunista Chinês considera que incêndio mortal em Hong Kong usado para incitar agitação

Morreram 168 pessoas e sete dois oito edifícios do complexo de habitação pública na zona de Tai Po ficaram destruídos.

15 de abril de 2026 às 07:57
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Dezenas de mortos e centenas de pessoas ainda desaparecidas em Hong Kong após incêndio em complexo residencial

AP

O principal responsável do Partido Comunista Chinês para Hong Kong acusou esta quarta-feira pessoas com "segundas intenções" de usarem o incêndio do complexo residencial Wang Fuk - o mais mortífero em Hong Kong desde 1948 - para incitar a agitação social.

O incêndio, que começou a 26 de novembro, causou a morte de 168 pessoas e devastou sete dos oito edifícios do complexo de habitação pública na zona de Tai Po, que albergava mais de 4.600 pessoas.

"Após o incêndio em Tai Po, pessoas com segundas intenções politizaram a tragédia numa tentativa de semear o caos na cidade", lamentou o diretor do Gabinete dos Assuntos de Hong Kong e Macau, sob a tutela do Conselho de Estado, o executivo chinês.

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